quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

E QUEM DISSE QUE O SAL FAZ MAL À SAÚDE?


Olá amigos, com muito prazer hoje escreverei sobre um nutriente essencial à vida que vem sido motivo de confusão completa na medicina e nutrição, devido a um simples motivo: ignorância.
Você já deve ter cansado de ouvir que “sal faz pressão subir”, “sal pode matar”, e etc… Se você é hipertenso então aí as barbaridades são maiores ainda, pois tudo que o profissional de saúde faz é repetir o que ouviu de algum “professor” sobre a necessidade da restrição do sal em sua dieta, pois é ele o causador do aumento da pressão arterial. Mas e porque isto tudo é tão absurdo assim se é o que praticamente todo profissional recomenda?
Simplesmente porque quando estes mesmos fazem esta recomendação, estão fazendo o que já é de praxe na medicina, repetindo “feito papagaio” um ensinamento obsoleto e equivocado por completo, que é ensinado ainda diariamente nas universidades brasileiras. E ao invés destes terem a consciência de que devem sair “das garras” destes ensinamentos e ir atrás das informações corretas, infelizmente o mais fácil é sempre ir nadando com a maré e seguir lamentavelmente sem resolver a vida de ninguém, como é o que enxergamos na medicina atual.
Nos tempos antigos, o sal teve literalmente o valor do seu peso em ouro, a ponto dos exploradores Africanos e Europeus negociarem uma onça de sal por uma onça de ouro. Os soldados romanos também eram pagos em sal, daí a palavra
moderna “salário” (palavra latina) e as expressões “vale seu sal” (worth his salt) ou “ganhando seu sal” (earning his salt). Longe de ser prejudicial, o sal de qualidade é realmente essencial para a vida, mas tais alegações de malefícios não conseguiram ser provadas de forma decisiva, tanto como os supostos benefícios de uma dieta com baixo teor de sal.
Agora a Weston A Price Foundation (WAPF), na minha concepção as maiores autoridades em pesquisas nutrigenéticas,  está tentando colocar as coisas no seu lugar e já avisou a agência americana de regulação de alimentos e remédios - Food and Drug Administration (FDA) que seus planos para a restrição de sal representam uma grave ameaça para a saúde humana.
Peraí, mas não se assuste, pois não fiquei louco. Estou falando de SAL, e não de cloreto de sódio (NaCl), este antinutriente que você compra e utiliza todos os dias em seus alimentos. E existe uma diferença total nestas duas coisas que escrevi agora. Um sal deveria conter uma gama imensa de nutrientes minerais e servir como suplemento de saúde ao corpo humano. O que acontece é que o sal refinado que nos é vendido só contém dois elementos: sódio e cloreto, que mesmo estes são também essenciais para a vida, uma vez que nossos corpos não podem produzi-los por conta própria.
Alguns dos muitos processos biológicos para os quais o sal é crucial incluem:
• Compor um importante componente do seu plasma sanguíneo, fluido linfático, fluido extracelular e mesmo líquido amniótico;
• Transporte de nutrientes para dentro e fora de suas células;
• Manutenção e regulação de pressão arterial;
• Suportar a saúde das populações de células da glia em seu cérebro, que são essenciais para a formação da camada protetora denominada mielina, que circunda a porção do neurônio que conduz os impulsos elétricos, bem como outras funções vitais neurológicas;
• Auxiliar seu cérebro a se comunicar com seus músculos, para que você possa mover sob demanda através de permuta de íons de sódio-potássio.
No comentário da WAPF para o FDA ainda divide-se a importância de sódio e do cloreto para função do corpo:
“O sódio desempenha um papel crítico na fisiologia do corpo. Ele controla o volume de fluido no corpo e ajuda a manter o nível de ácido-base. Cerca de 40% de sódio do corpo está contido no osso, um tanto é encontrado dentro de outros órgãos e células, e o restante 55% está no plasma sanguíneo e nos fluidos extracelulares. O sódio é importante na adequada condução nervosa, no auxílio da passagem de vários nutrientes para as células e na manutenção da pressão arterial.
Enzimas dependentes de sódio são necessárias para a digestão de carboidratos, para reduzir carboidratos complexos e açúcares a monossacarídeos como a glicose, frutose e galactose; o sódio também está envolvido no transporte destes monossacarídeos através da parede intestinal. Embora o sal seja a fonte alimentar mais comum para esses elementos essenciais, o sódio também está disponível a partir de vários alimentos que contenham sódio naturalmente.
Íons cloreto também ajudam a manter o volume adequado de sangue, pressão arterial e o pH dos fluidos corporais. O cloreto é um íon extracelular importante e contribui para muitas funções do corpo, incluindo a manutenção da pressão arterial, equilíbrio ácido-base, atividade muscular e a circulação de água entre compartimentos de fluido. O cloreto é o principal componente do ácido clorídrico, que é necessário para a digestão de proteínas.
Os sintomas de hipocloridria (baixa de ácido clorídrico) incluem distensão abdominal, acne, deficiência de ferro, arrotos, indigestão, diarreia e várias alergias alimentares. O cloreto é disponível em muito poucos alimentos e o cloreto adequado deve ser obtido do sal”.
Bom, mas fora deste papo todo mais técnico, saibam que o que grandes cientistas têm descoberto e comprovado é que um dos piores problemas para o aumento da pressão em níveis maléficos é novamente o veneno chamado Frutose (para aqueles que ainda não leram sobre este problema, leiam no artigo que escrevi)
E o assunto é tão controverso e sério que no ano passado uma meta-análise de sete estudos envolvendo mais de 6.000 pessoas não encontrou nenhuma evidência forte de que o corte na ingestão de sal reduza o risco de ataques cardíacos, derrames ou mortalidade. Na verdade, foi a restrição do sal que na verdade aumentou o risco de morte em pessoas com insuficiência cardíaca.
Além disso, uma pesquisa publicada no Jornal da Associação Médica Americana revelou que quanto menos sódio é excretado na urina (um marcador de consumo de sal), maior o risco de morrer de doença cardíaca (5). O estudo seguiu 3.681 europeus de meia idade saudáveis por oito anos. Os participantes foram divididos em três grupos: baixo sal, sal moderado e alto consumo de sal. Os pesquisadores controlaram as taxas de mortalidade para os três grupos, com os seguintes resultados:
1. Grupo de pouco sal: 50 pessoas morreram;
2. Grupo sal moderado: 24 pessoas morreram;
3. Grupo de muito sal: 10 pessoas morreram.

 

O risco para doenças cardíacas foi 56% mais alto para o grupo com baixo teor de sal do que para o grupo que comeu mais sal! Alguns estudos têm demonstrado um benefício modesto na restrição de sal entre algumas pessoas com pressão arterial elevada, mas as evidências não se estendem para o resto da população.
E isso que estamos falando aqui do NaCl (sal refinado), não entrei nem na conversa que queria chegar com vocês ainda, então continue lendo que não estou aqui para aconselhar que você use isto que chamam de sal vendido nos mercados.
Notas da WAPF:
“Apesar do consumo de sódio em excesso provocar o aumento da pressão arterial em certos indivíduos sensíveis, o aumento do consumo de sal não aumenta a pressão arterial na maioria das pessoas. Em uma população média quando ocorre uma redução na ingestão de sal, cerca de 30 por cento vai experimentar uma pequena redução na pressão de sangue (entre um e quatro mm de Hg), enquanto cerca de 20 por cento vai experimentar um aumento semelhante da pressão arterial.
Os restantes 50% da população não irão mostrar nenhum efeito ao final com a redução do consumo de sal. Na maioria das pessoas, até mesmo um aumento significativo no consumo de sal não vai aumentar pressão arterial. … Enquanto a restrição de sal pode beneficiar uma pequena percentagem de pessoas com pressão arterial elevada, a ciência não mostra qualquer benefício para a saúde – ou problemas significativos de saúde – devido à restrição de sal para a maioria da população.”
O sal processado não é cloreto de sódio puro, mas 97,5% de cloreto de sódio com adição de agentes secantes que correspondem aos 2,5% restantes. Essas são substâncias químicas perigosas como o ferrocianeto e o silicato de alumínio.
Mais de 80% do sal que a maioria das pessoas consome provém de alimentos processados. Como efeito, há demasiado sódio nos alimentos processados. Já escrevi diversas vezes e vou repetir que vocês não deveriam comer esses alimentos até porque sódio é apenas um dos muitos ingredientes dos alimentos industrializados que podem afetar negativamente a saúde de qualquer indivíduo. O sal adicionado a esses alimentos de conveniência é branqueado, deficiente em oligo-minerais e praticamente apenas sódio. Por isso que você vê toda hora matérias em televisão e outros meios de comunicação de pessoas medindo a quantidade de Sódio nos alimentos. O que não é nenhuma novidade e não tem resolvido problema nenhum, uma vez que as pessoas continuam preferindo alimentos prontos e processados como forma de facilitar suas vidas. Infelizmente nem tudo que facilita nossa vida ajuda nossa saúde…
Mas e sobre a “pressão alta, o que é de fato esta alteração? Apesar de ser uma das enfermidades mais estudadas e discutidas, sabemos que cotinua pouco compreendida em sua base. E é fácil de entender esta afirmação: se uma pessoa é diagnosticada Hipertensa, ela geralmente começará a usar “X” medicações para o resto de sua vida, ou seja, grande sinal de que  resolver o problema o médico não será capaz, pois se o fizesse, não seria mais necessário o uso contínuo de drogas, não é mesmo?
Bom, a  pressão arterial elevada é basicamente um fragilizador do sistema circulatório, deixando o coração, os rins e o cérebro expostos a vários riscos. É uma condição comum, que torna milhares de pessoas condenadas à necessidade de tomarem, continuadamente, medicamentos que ficam cada vez mais sofisticados e cada vez mais caros, e sempre com efeitos co-laterais.
A multimilionária indústria de medicamentos anti-hipertensivos produz mais de uma centena de produtos, que, no entanto, na opinião de estudiosos como John Larag, editor chefe do Jornal Americano de Hipertensão, não consegue oferecer um resultado muito satisfatório no controle da doença. Em uma entrevista para o diretor do Instituto Americano do Stress, Paul Rosch, o conjunto de tratamentos para a hipertensão arterial é considerado “um deplorável fiasco”. Mais de 90 por cento dos pacientes que usam medicamentos na Inglaterra sofrem algum efeito co-lateral, o que reduz o número de usuários a cerca de 17 por cento! (British Medical Journal, junho, 2002)
Uma questão que logo vêm a tona para observadores mais perspicazes é que praticamente tudo o que se fala sobre essa enfermidade não parte de uma pergunta fundamental: por que motivos a pressão arterial pode se elevar no corpo humano? Qual a finalidade da pressão se alterar? Haveria alguma vantagem da pressão se modificar?
Bem, a pressão arterial tem como finalidade básica manter a adequada alimentação celular e tecidual, isto é, chegar sangue adequadamente nas células.
Esse conhecimento é muito importante, a pressão é controlada por complexos mecanismos com uma finalidade muito clara: suprir sem lesar as mais diversas partes do corpo. Um dos mais importantes “elevadores” da pressão é a adrenalina. Isso não ocorre sem um bom motivo. É importante entender que numa situação de stress o corpo se comporta como numa reação de luta ou fuga. E para fugir ou lutar é fundamental ter bons músculos. Os grandes músculos dos membros ficam mais eficientes e recebem mais sangue, ao mesmo tempo em que estão mais contraídos. Nesse momento é fundamental que a pressão se eleve para garantir um adequado suprimento de energia para que os músculos garantam ao indivíduo sua luta pela vida. Fugindo ou lutando, o certo é que os órgãos internos não terão direito ou necessidade de receber muito suprimento sangüíneo.
Nos meios urbanos, muitas pessoas se sentem sob intensa pressão de vários tipos. Isso pode fazer a fisiologia humana empreender uma reação crônica de luta ou fuga, muito embora não haja efetivamente essa atitude. É bem provável que esse tipo de percepção leve inúmeros indivíduos a automatizarem a reação de aumento da pressão, o que pode se traduzir num quadro de hipertensão arterial. O corpo fica incapaz de manter um controle. A origem desse processo é uma incongruência adaptativa, uma demonstração da inviabilidade das pessoas viverem em harmonia com o seu meio ambiente, seja esse ambiente material ou imaterial.
Amigos, mas saindo um pouco da problemãtica sobre pressão arterial e voltando aos sais, imaginem se em todos os momentos que eu estivesse com sono e cansado durante o dia, resolvesse fazer uso de cocaína para acordar. Pronto, resolvo um problema de ficar acordado, porém trazendo um caminhão de problemas para minha vida. E é isto que as pessoas têm feito com a sua saúde! Estou sem conseguir dormir? Compro uma droga tarja preta sedativa e “durmo” (só quem usa acha que dorme, pois tãoo logo entre em contato com o corpo, a medicação provocará sedação e não sono reparador, portanto não descansará o corpo e o mesmo não conseguirá produzir 1% dos hormônios e antioxidantes próprios do sono). Estou comendo demais? Compro outro tarja preta para reduzir meu apetite quimicamente e pronto, ganhei de presente um possível efeito sanfona pro resto da minha vida. E assim por diante, só que o médico faz parte ativa deste processo ignorante e concorda com este tipo de medicina absolutamente ineficaz e incoerente.
Mas então o que é realmente Sal? Bom, deve ser um Sal natural não refinado e puro, tal como é em seu estado natural na natureza! Aí você pode usar o Sal Marinho, o Flor de Sal  por exemplo e alguns outros, mas escreverei sobre aquele que é considerado o melhor Sal do mundo: Sal Rosa do Himalaia!



Sua cor rosa, oriunda da grande concentração de minerais e ferro, é resultado de um processo natural que enriquece o cristal com o tempo. Esses cristais vem de uma reserva natural, aos pés da cordilheira do Himalaia. Eles se formaram quando as montanhas eram o leito do mar e por não serem refinados conservam mais de 80 elementos naturais necessários a um bom funcionamento do nosso organismo.
Este nutriente contém cerca de 84 minerais em sua composição que podem ser facilmente assimilados e metabolizados pelo coprpo humano (bilhões de vezes melhores do que aquela “porcaria” -desculpem-me a expressão-, do Multiminerais mais vendido do mundo, que faz propagandas nas televisão e ainda é receitado por um grande número de profissionais da área da saúde. Os minerias destas cápsulas que são vendidas servem muito bem para enriquecer a urina ou as fezes de quem os consome, uma vez que não são quelados e grande parte dos minerais só conseguem ser absorvidos em seu estado natural ou quando passam por um processo de quelação. E se fosse simples assim tudo bem, entretanto o que acontece é que uma vez ingerida cronicamente como uma fórmula mágica, estes multivitamínicos e minerais do tipo Cent… acabam desequibibrando a concentração destes nutrientes corporais. Ou seja, não usem meus amigos, cada organismo necessita especificamente de nutrientes que devem ser pesquisados!
Mas voltando ao Sal Rosa do Himalaia, quero que vocês saibam que por centenas de milhões de anos, através do derramamento contínuo e incessante da energia do sol, os oceanos primordiais e intocados do nosso planeta foram lentamente evaporados, deixando para trás o potencial energético enorme do sol trancado dentro do sal original. Então, cercado pelas forças da natureza, o sal foi submerço pelas terras das montanhas do Himalaia. Submetida a uma enorme pressão, peso e o balanço das montanhas, o sal fundiu-se para uma forma pura e cristalina como diamante.
Durante 250 milhões de anos o sal permaneceu intocado, até agora. Pesquisa biofísica vinda de uma fonte exclusiva nas montanhas do Himalaia revelou que escondido dentro dos cristais geometricamente perfeitos contém 84 minerais essenciais necessários para prover a vida humana. Este sal é um oceano virtual de energia! Este é o sal do Himalaia cristal original com o qual uma extensa pesquisa foi feita e publicada no livro Water&Salt, The Essence of Life, por Dr. Med. Barbara Hendel and Peter Ferreira (Tradução do título do livro: Água & Sal, A Essência da Vida.
Bem, sei que a informação pode mudar a vida de muitos, principalmente aqueles que sofrem com medicações para baixar a pressão arterial e fazem as escolhas dos sais errados pensando estarem fazendo bem a si mesmos. E o que me deixa triste é que já conversei com alguns médicos que poderiam estar orientando seus pacientes a buscar estas alternativas, mas me parece que grande parte fez menção de que estavam interessados, mas no minuto posterior esqueceram. Agora imagino se eu tivesse falado sobre uma nova droga medicamentosa para alguma doença… duvido muito que fosse ser esquecida infelizmente. Pois este sal eu utilizo como suplemento, uso tranquilamente, tem sabor de sal e obviamente é um forte aliado para a saúde, um verdadeiro remédio natural, tal como Hipócrates já falava há tantos anos atrás.
Antes que me perguntem, este sal tem um custo absolutamente acessível e sinceramente, comprá-lo para usar é um investimento em saúde, portanto está fazendo o que parado aí rs?

Reações:

Um comentário:

  1. Onde comprar o original sal do himalaia? Depois é só substituir pelo famoso sal de cozinha? Obrigado e parabéns pelos artigos.

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