domingo, 26 de janeiro de 2014

COLESTEROL: VILÃO OU MOCINHO?


Queridos amigos. Já faz muito tempo que guardo estes conhecimentos comigo e pondero sobre colocá-lo ou não no Blog a disposição de todos, pois sei que invariavelmente entrarei em conflito com interesses muito grandes e que podem me trazer “incômodos”. Na realidade estes conhecimentos são compartilhados por milhares de médicos e cientistas pelo mundo, mas infelizmente (como muuuuita coisa dentro da medicina), não chegam a vocês. E cá estou eu no papel de trazer algumas informações surpreendentes, sem medo.
Bom, aos que me lêem e têm mais de 40 anos, gostaria que tentassem responder esta pergunta: “Faz quanto tempo que você ouve falar sobre o “vilão” colesterol? Difícil de responder, não é mesmo?
É, o assunto hoje é justamente sobre esta substância que virou vilã de uma hora para outra, mas vocês vão entender o porque disto e tudo o que está escondido atrás das cortinas a respeito deste Álcool. Pois é, aqui já começa a ignorância completa por parte de uma comunidade inteira de médicos que dizem a você sistematicamente que o problema da elevação do colesterol é devido ao excesso de gorduras nos alimentos. O que eles provavelmente esqueceram de estudar é que o colesterol é formado de carboidratos, e não das gorduras! E você lê semanalmente, assiste quase que diariamente profissionais alertando a todos em rede nacional sobre os perigos da gordura para o aumento do colesterol.
Para mim não há novidade, pois como já comentei em outros artigos, desconheço uma universidade brasileira se quer incluir em seu programa mais de uma aula sobre nutrição. Isso sem contar no fato de que ninguém garante que esta aula seja dada por profissionais atualizados, então este assunto já se inicia errado em sua base.
Mas e para que existe colesterol dentro de nossos corpos, porque será que Deus colocou esta arma feita para nos aniquilar dentro de nós mesmos?
Amigos, quero que vocês saibam que o Colesterol compõe a membrana de todas as 75 trilhões de células de nosso corpo. É a marca registrada do reino animal, é o mantenedor da integridade de nosso organismo na demarcação de cada indíviduo com o meio ambiente. É a base de formação de todos os nossos hormônios esteróides, portanto sem colesterol não existiriam hormônios sexuais, hormônios corticóides, entre outros.
Reparem na tabela que TODOS os hormonios esteroidais são produzidos através de um processo em que Colesterol é a base.
Vocês não devem estar entendendo nada, não é mesmo? Pois é, qualquer médico que ao menos estuda a básica fisiologia deveria se questionar a respeito destas funções do colesterol e a partir dai repensar sobre os motivos pelos quais fomos levados a acreditar que ter colesterol é simplesmente a pior coisa que poderia acontecer em nosso corpo.
Amigos, o assunto é imensamente longo então vou disponibilizar a vocês uma carta simplesmente incrível escrita pelo renomado cirurgião cardíaco Dr. Lundell Dwight:

Colesterol não é o Inimigo que você foi induzido a crer (01/06/2011)
Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado…

Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico. Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como “formadores de opinião.” Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.


A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.


As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.


Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.


Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.


A inflamação não é complicada – é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.


Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.


Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.


Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como Canola,soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.


Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.

Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.

Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra.Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​ ​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Esses alimentos foram lentamente envenenando a todos.


Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho. Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.


O que tudo isso tem a ver com a inflamação? 

O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum – inflamação em suas artérias.


Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial – e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula – deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.


Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação. Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.


Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.


Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.


Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim. As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.


Esqueça a “ciência” que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.


A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação. A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.


O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana. O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).

[Ed. Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar.
Ele é o autor de “A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol.

Pois é amigos, será que preciso escrever mais alguma coisa? Dr. Lundell realmente conseguiu resumir teorias das quais compartilho. Sim, em minha concepção esta é a verdade e temos muitas provas para isto, estudos científicos que sustentem tudo isso. Deixa eu fazer uma analogia aqui para ficar ainda mais fácil suas compreensões:


Digamos que você tenha uma fábrica de pólvora que funciona perfeitamente. Então sabiamente é colocado um sensor conectado a um alarme ao lado de sua cama, para que no momento em que ocorra um acidente e pegue fogo dentro da fábrica, seu alarme soe. Bom, isto ocorre, seu alarme soa e você simplesmente vira para o lado e desliga o alarme. Agora transporte isso para o colesterol. Seu corpo, por algum motivo, desde má alimentação, até um erro de processamento bioquímico, envia um sinal para avisá-lo de que algo está possivelmente errado. Colesterol sobe e você vai lá e simplesmente usa uma medicação para baixá-lo. Pois bem, o problema poderá continuar acontecendo só que agora perdemos um biomarcador e dificilmente conseguiremos corrigir a base do problema, se é que está realmente ocorrendo. 

Fiz a última observação, porque o que tem acontecido é que os valores considerados normais têm baixado cada vez mais, mas incrível perceber que ninguém fala sobre os motivos! É simples, basta colocarmos nossos neurônios em ação:
1) Quem costuma realizar exames?
Pessoas de meia idade e idosos
2) Quais medicações são as mais usadas na atualidade?
Entre outras, as Vastatinas, que servem para baixar colesterol
3) Porque os níveis considerados como normais para colesterol têm baixado progressivamente?
(só para que vocês saibam, há cerca de 10 anos atrás quando ainda na universidade, fui ensinado a considerar normal Colesterol até 240. Hoje o aceito como melhor deve ser menor do que 190).Simples, acredito que vocês próprios já se deram conta de que se as médias são periodicamente calculadas sobre aqueles que fazem os exames e tendo em vista que os que realizam “check ups” são as pessoas de meia idade e idosos que em grande parte estão fazendo uso das “terríveis” drogas que baixam colesterol, as médias estão sim baixando.De tempos em tempos, médicos e burocratas se reúnem e determinam estas modificações de parâmetros com base na mudança da média da população (que parte também das médias das bases que os laboratórios realizam), mas sofrendo uma influência importantíssima da pressão da indústria farmacêutica. São os famosos “lobbies”, vocês conhecem, não é mesmo? Sabe quando uma lei deve ser aprovada na política e há pressão de partidos políticos e empresas que irão se beneficiar destas leis? Então, vocês acham que é diferente na medicina só porque estamos falando da saúde das pessoas? Ora meus amigos, a política também tem gente cuidando do ministério da saúde e desviando verbas, fazendo acordos para se beneficiarem de dinheiro…Mas qual será o valor normal para um adulto jovem que não está usando droga para baixar colesterol? Qual será o nível que representa saúde e benefício? Pois é, isto de fato é uma questão que com toda a certeza a medicina não está preocupada em responder-lhe, pois a única coisa que a indústria farmacêutica quer é que nós médicos acreditemos que o colesterol foi uma substância “do mal”, colocada em nosso corpo por Deus para que nos “mate” literalmente! Parece brincadeira, mas é exatamente esta a mensagem “subliminar” que está fixa na mente de TODOS, não só médicos!Então deixem-e explicar algo que todos os médicos deveriam pesquisar para compreender de onde vem esta história mal contada toda.Na quinta edição do famoso e respeitado livro de fisiologia do Guyton (referência absoluta nas faculdades de medicina dos anos 80 e até hoje), uma série de pesquisas foram apresentadas, infelizmente muito mal elaboradas, mas que HOJE temos condições de reavaliá-las. No quinto parágrafo  – “como produzir aterosclerose em animais” – se afirma que é fácil produzir a aterosclerose grave com a introdução de maciças quantias de colesterol na dieta de um animal: o coelho, (herbívoro exclusivo, como qualquer criança sabe). O infeliz  pesquisador, talvez tendo visto que todo seu trabalho e toda sua pesquisa havia sido mal programada, ressalta: em cachorros é muito mais difícil reproduzir esta experiência. Ao que se sabe os humanos comem mais parecido com os cães do que com coelhos não? Certamente qualquer criança sabe disto. Entenderam um dos inícios do erro? Pois é, muitos mitos na medicina têm início em mal entendidos como este.Aliás, falando em crianças, quero que vocês saibam que bebês são ótimos exemplos de como nós seres humanos necessitamos de colesterol, pois mamando no peito eles recebem, não por acaso, 50% das calorias disponíveis no leite materno em colesterol bem purinho! Claro, o cérebro humano tem seu peso quase todo de gordura, nada mais interessante do que dispor de condimentos adequados para sua perfeita formação. E acreditem se quiser, os laboratórios estão conseguindo incentivar médicos a buscarem baixar o colesterol das crianças com estas drogas, um verdadeiro absurdo!
E eu poderia aqui citar centenas de conclusões de médicos inteligentes pelo mundo a respeito do assunto. Mas vamos a mais algumas conclusões importantes, do contundente médico sueco Uffe Ravnskov, PhD, que revisou cuidadosamente todos os principais estudos feitos sobre o colesterol e sua relação com as doenças cardícas e não hesitou em fazer as seguintes afirmações:
1) O colesterol diz muito pouco a respeito do futuro de sua saúde;
2) As taxas de colesterol sangüíneo não tem nada a ver com aterosclerose;
3) Sua dieta tem pouco a ver com suas taxas de colesterol sangüíneo;
4) Aterosclerose e doença coronariana nada tem a ver com a dieta alimentar;
5) Baixar os níveis de colesterol pode  até encurtar sua vida.
Estas, entre outras afirmações estão no livro “The Cholesterol Myths” (o qual sugiro que se você tem algum médico em sua família, compre e dê de presente para ele) , que destrói com lucidez e transparência quase tudo o que se fala de mal sobre nosso mais nobre constituinte orgânico, que vem sendo tão combatido pelo interesse voraz da indústria farmacêutica e também para vender toda a sorte de produtos, principalmente os alimentares, derivados de gorduras vegetais industrializadas (a soja, naturalmente é a mais beneficiada, leia sobre os malefícios da soja neste post) e uma teia de remédios populares ou de alta tecnolgia.
Um dos principais alicerceres que validam a comunidade científica oficial é o estudo de Framingham e foi minuciosamente verificado por Ranvskov. Foi um estudo que gastou milhões de dólares de contribuintes americanos, e tanto dinheiro não poderia produzir um resultado que frustrasse a necessidade de se manter vivo a imagem de um inimigo comum: o colesterol. A metodologia estatística não poderia ter chegado a resultado diferente do que seu objetivo: ser a prova técnica da incriminação necessária.
Bom, mas deixa eu explicar uma coisa importante a vocês. Quem dá dinheiro para incentivar os estudos científicos com drogas, são as próprias indústrias farmacêuticas que investem bilhões na elaboração de novas drogas. Sua busca é na “invenção” de drogas novas e diferentes de tudo que existe na natureza, pois então podem patenteá-las e viver “X” anos sendo as únicas a ter o direito de vender tal medicação.
As coisas funcionam assim: caso um estudo comece a dar errado e diferente do interesse da indústria, obviamente o dinheiro todo investido não será jogado no lixo, então a solução é mudar o foco do estudo e fazer com que dê certo e seja publicado para a comunidade médica. Tão logo publicado e aceito pelos órgãos “idôneos” que regulamentam a aprovação e sabemos que “não aceitam propinas”, no dia seguinte estarão os representantes dando amostras grátis aos médicos e literalmente ensinando-os a usar esta novidade. E assim as novidades são ditadas para a maioria dos médicos: “Agora você não precisa mais usar a que usava (provavelmente já caiu a patente e agora pode ser genérico), pois esta nova é mais avançada e melhor!”
E com a fábula do colesterol aconteceu o mesmo. Aliás, saibam que estes grandes estudos foram realizados em homens, o que me parece muito estranho, não é mesmo? Se nós médicos nos prestássemos a ler criteriosamente, veríamos que só falam de resultados em homens e suspeitaríamos que algo deve ter dado errado no tratamento de mulheres que não foram então incluídas nos estudos. Mas vocês já ouviram alguém falar sobre isto? Conhecem com toda certeza mulheres que estão fazendo uso, não é mesmo? Pois é…
A triste notícia e que se continuarmos a procurar baixar os níveis de colesterol da população, nos tornaremos uma geração de zumbis!
Agora reparem no histórico desta história muito mal contada e onde chegamos:
1949- John Gufman, MD Phd Berkeley, CA desenvolveu uma Ultra Centrífuga e a visualização e identificação dos elementos no sangue começaram a poder ser melhr individualizados
1972- Conceito de que Colesterol tinha uma parte boa (HDL) e outra ruim (LDL)
2008 – Foram gastos 11 Bilhões de dóllares só nos Eua para baixar colesterol e LDL, principalmente com o uso das Estatinas (classe de drogas desenvolvidas com este fim)
2010- Ron Krauss, MD do ”Ion Mobility Analysis” – Quest Diagnostics, NJ,  publica um trabalho revolucionário : a descoberta de que existem 11 sub-tipos de LDL, que se dividem por tamanhos das moléculas e onde apenas os dois sub-tipos de moléculas menores é que são prejudiciais, ou seja, os outro 9 não são prejudiciais. E mais, dieta gordurosa aumenta a forma benigna do LDL, quem aumenta a forma maligna são os carboidratos refinados.
Fonte: The American Journal of Clinical Nutrition
P.W Siri-Taurino, Q.Sun, F. B Hu, and R. M Krauss. Satured fat, carbohydrate, and cardiovascular disease. Am. J. Clinical Nutrition, March 1, 2010; 91(3): 502-509
Vamos tentar colocar os “pingos nos is”:
LDL – “leva coleterol do fígado pras células”
HDL – “trás colesterol das células pro fígado”
LDL só passa a ser um problema quando ela é Modificada. Ela pode ser peroxidada (quando oxidamos uma substância lipídica chamamos de peroxidação) e glicada (as proteinas podem se glicadas).
LDL modificada é aterogênica e constitui fator extremamente importante na ocorrência das doenças cardiovasculares.
Macrófagos expressam receptors que captam a LDL modificada, formando as células espumosas que irão formar a placa aterosclerótica.
Uma questão de voltar aos livros de fisiologia, a base de tudo que aplicamos em medicina. Ou melhor, deveria ser a base…
O Colesterol é indispensável para:
-       - Síntese de Vitamina D
-       - Absorção de cálcio
-       - Produção biliar (bile que ajuda a digerir os alimentos)
-       - Produção de Mielina (tecido cerebral)
-       - Permeabilidade da membrane cellular
-       - PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS ESTERÓIDES *se os níveis de colesterol chegarem a menos do que 140mg/dl, a capacidade de produção destes hormônios, também chamados de sexuais, fica comprometida!
Vou tentar explicar resumidamente uma das funções vitais do colesterol (mocinho que nunca foi vilão) no cérebro. Uma vez que o colesterol compõe a baínha de mielina e tem importância na fluidez das membranas, suas alterações podem prejudicar as trocas de íons e de nutrients. Os neuroesteróides, hormônios como testosterona e estrogênio, influenciam a formação da memória e são oriundos da molécula de colesterol, ou seja, sem colesterol eles não existem, não conseguem ser formados.
As trapalhadas foram muitas. Em 1913, quando um médico Russo chamado Antischkov, administrou colesterol diluído em ÓLEO VEGETAL e observou que, depois de vários meses, as artérias destes animais apresentaram depósitos semelhantes à placas, contendo alto percentual de triglicerídeos e colesterol. Estão vendo mais uma vez, tal como a história do coelho, que existe um grave viés aqui: o óleo vegetal, este mesmo que fomos levados a acreditar que são sinônimos de saúde. Parece brincadeira, mas vamos continuar. Ops, não sem antes já demonstrar o resultado de um estudo fundamental:
Em 1910:                                                     Em 1970:
- Infarto era uma doença                      - Infarto virou principal
praticamente inexistente                        causa de morte EUA
- Uso de gordura animal: 83%              - Uso de gordura animal: 62%
- Manteiga: 8Kg                                   – Manteiga: 1,8Kg
      –> Óleos Refinados Vegetais: aumento de 400% 
 
Enig,Mary G. PhD. Health and Nutritional Benefits from Coconut Oil, Price-Pottenger Nutrition Foundation Health Journal, 1998, 20:1:1-6
 
Ok, agora se você não entendeu, saiba que o infarto era uma doença inexistente. Em 60 anos, virou a principal causa de morte nos Estados Unidos. O que aconteceu neste meio tempo?
- Uso de gordura animal diminuiu
- Uso de manteiga diminuiu absurdamente
- ENTRARAM NO MERCADO OS “ÓTIMOS” ÓLEOS VEGETAIS REFINADOS, QUE AUMENTARAM EM 400%. É ESTES MESMOS QUE NOS FALAM PARA INGERIR (SOJA, CANOLA, MILHO, GIRASSOL…)
Bem, hoje já sabemos que o Infarto do Miocárdio não é uma doença do colesterol, e sim uma doença inflamatória. Estão agora confusos, sem entender mais nada? Pois é, infelizmente vai contra praticamente tudo que se houve a respeito, mas se raciocinarmos, mesmo sem os conhecimentos que darei a seguir, é muito simples de chegar a conclusão que realmente não pode ser o colesterol o grande vilão da história, pois se assim fosse, os indices de infartos já teriam diminuído, uma vez que tudo que se faz é uma caça às bruxas em relação ao colesterol e, mesmo assim, a batalha está sendo perdida facilmente por nós medicos.
Pense, lembre daquela sua avó e avô, falecidos com 90 anos, se alimentando com banha de porco, quando nem se falava tanto em colesterol e, ainda bem, nunca foram medicados para que fossem diminuídos seus níveis. É, saibam que avaliando-se grupos de centenários, chegou-se a conclusão de que longevos possuem níveis de colesterol mais elevado do que os que falecem precocemente. Obviamente estamos falando aqui de níveis aceitáveis, não estou preconizando que tenhamos níveis absurdos ok? Até porque entenderão que níveis muito elevados são sinais de que algo está acontecendo de errado com seu metabolismo, muito provavelmente hormonal.
Vamos tomar como exemplo um fato marcante que ocorreu há pouco tempo. Um dos maiores nomes da história da cardiologia brasileira, Dr. Adib Jatene, o qual devo sincero respeito e admiração por toda cotribuição que deu a nossa ciência, sofreu um Infarto. Pois bem, reparem em como nossa linha de raciocínio é pobre em relação aos fatos médicos. Houveram reportagens e mais reportagens, elogiando a attitude e sabedoria do medico, uma vez que percebeu que estava tendo um quadro de infarto e ele próprio chamou colegas para o tratarem no hospital.
Sim, attitude de quem conhece a sintomatologia, admirável, mas será que não deveríamos também visualizar por outro ângulo? E se pensarmos que ele, com todo conhecimento sobre o coração e as doenças cardíacas, seria aquele que NUNCA deveria deixar acontecer nele próprio? Ora meus amigos, se você soubesse não só de tartar a doença (apagar o incêndio) mas também de toda fisiologia de como acontece esta doença, não seria mais lógico que nunca deixasse que a doença pudesse ocorrer?
Pois bem, se este medico mantinha suas taixas de colesterol baixas (com toda certeza fazia este tipo de conduta preconizada por mais de 90% dos cardiologistas cartesianos), como aconteceu de infartar mesmo assim?
Ao meu ver, esta deveria ser a forma de enxergar esta situação para tirarmos proveito no sentido de revisar estes conhecimentos absolutamente manipulados por a voraz indústria farmacêutica.
Pois vou contar-lhes um fato interessante. Eu conheço um médico que fora no passado director e chegou inclusive a vice-presidência da segunda maior indústria farmacêutica do mundo. Ele ocupava estes cargos na época em que esta classe de medicamentos foi aprovada e vem alertando a população de forma muito corajosa, a respeito de como aconteceu a aprovação, como foram os estudos e o que a indústria faz quando investe bilhões no desenvolvimento de uma droga, para que esta mesma seja aprovada.


 Não quero me alongar nas histórias, mas saibam que:
 -       Um dos maiores estudos já feitos no mundo com estatinas, evidenciou que baixar colesterol de fato não conseguiu ser convincente como forma de diminuir o infarto. Mas, baixou sim colesterol (e daí??? Se não for para melhorar a prevenção, adianta baixar colesterol???);
 -       A maior parte dos infartados têm níveis de colesterol considerados NORMAIS;
 -       Muitas civilizações consomem 60 a 70% das calorias diárias oriundas de gorduras, apresentam altíssimos níveis de colesterol (>250), o que seriam níveis de risco para nossa medicina, entretanto NÃO possuem placas ateromatosas e também não têm nenhum sinal de doença cardiovascular, mesmo entre indivídos de idade avançada.
Lembrem que colesterol existe no ser humano desde que homem é homem e que inexiste qualquer relato desta patologia até o final do século XIX. O primeiro caso de IAM foi documentado na Inglaterra em 1878, por Rudolf Virchow, um patologista alemão.

Evidêcias científicas:
-       Altos Índices de AVC hemorrágico em indivíduos com colesterol tido como normal (colesterol < 180 – D. Tirchwell, Seattle);
-       Altas taxas de depresão em mulheres com colesterol tido como normal (colesterol < 160 – Schwartz E, Duke University);
-       O consumo de gordura animal cresceu na Suíça, enquanto as taxas de Infarto declinaram (Medical Wordl News – June &, 1982)
-       Países com baixo consumo de colesterol como Israel e Chile, apresentaram altos indices de infarto;
-       Nos países escandinavos, o consumo de gorduras foi substancialmente reduzido, enquanto a incidêcia de Infarto aumentou;
Vamos falar sobre as Estatinas, drogas lançadas no mercado como a solução dos problemas cardíacos. Agora dá realmente vontade de rir, não é mesmo? Me contem qual a solução que essa classe de medicamentos alcançou?

Efeitos colaterais e riscos (principais):
-       Nefrotóxicas
-       Hepatotóxicas
-       Aumento o catabolismo muscular
-       Risco aumentado para Rabdomiólise
-       Depletam os níveis de Coenzima Q10 (CoQ10) das mitocôndrias cardíacas *reparem aqui o paradoxo, pois então gera outros problemas ao músculo cardiac
-       Reduzem a força de contratibilidade cardiac
-       Deprimem a capacidade de produção hormonal
-       Agravam as pausas humanas
-       Causam fadiga crônica
-       Cansaço crônico
-       Fibromialgia
-       Poliartralgia
-       Aumentam o catabolismo muscular (perda de massa muscular em quem usa, geralmente o idoso que já tem uma situação de perda acelerada)

Agora vamos desvendar a enganação, a ilusão no marketing das medicações. Eis abaixo a propaganda de um dos principais medicamentos do gênero para baixar colesterol, tendo como garoto propaganda, o médico que desenvolveu o primeiro coração artificial do mundo.

E aí meus amigos, gostaram ou querem mais? E tudo isto pra que? Para tentar diminuir o infarto, mesmo com toda contradição no assunto e sabendo que o fundamental não é isso, mas sim uma mudança no estilo de vida com exercícios orientaos regulares, técnicas de atenuação do estresse, tratamento preventivo com vitaminas, minerais, antioxidantes e Otimização Hormonal?
Em contrapartida:
-       São as drogas mais lucratvas na indústria farmacêutica;
-       Custo annual do “tratamento” por pessoa: 2500 a 3000 DÓLLARES
-       Para manutenção do “efeito” terapêutico, estas substâncias têm que ser tomadas durante a vida toda;
-       Lucro annual nos Estados Unidos é de 30 bilhões de dollars;
-       Exames para dosar colesterol geram 10 bilhões de dólares por ano
 
File B. The Cholesterol Controversy. Satured fat may save your life. Heathwise Colorado Springs, 1999; 78-104
Agora lhes pergunto, quantos anos você passou amedrontado pelo mito das gorduras, trocando pelos carboidratos industrialzados, pães integrais e etc, sendo orientado a fazê-lo para ter saúde cardiovascular? Só posso ver tudo isso como uma grande “palhaçada”, me desculpem!
E mais, quando estas informações chegarão a todas as pessoas que foram levadas a acreditar que a saída para o risco da morte pelo infarto é baixar colesterol, baixando a ingesta de gorduras saturadas? Até quando vamos assistir profissionais na mídia aberta passando estas informações já completamente obsoletas e prejudiciais?
Vocês me desculpem a indignação, mas eu realmente não consigo aceitar que a indústria farmacêutica tenha conseguido cegar os profissionais da área da saúde a tal ponto que não queiram literalmente enxergar o que está na nossa cara: baixar colesterol por si só não está resolvendo e não está baixando o risco de infarto! Estatinas são medicações “recheadas” de efeitos colaterais, que geram bilhões às indústrias que as produzem e que não são o caminho!
E não adianta aparecer com estudos científicos patrocinados por estes laboratórios meus queridos! Já vieram médicos me trazer um ou outro com dados mascarados. Queria que usassem raciocínio:
- olhassem por aqueles que usam estas drogas por anos e vissem a degeneração que sofrem;
- olhassem para os dados que demonstram que as pessoas mais longevas são aquelas que possuem níveis mais elevados de colesterol;
- pensassem na fisiologia pura e se dessem conta de que níveis hormonais baixos de hormônios tireoideos elevam colesterol, níveis baixos de testosterona elevam colesterol;
- a não produção dos hormônios dependentes do colesterol, leia-se TODOS os hormônios esteroidais, sexuais, só podem causar aumento do colesterol dentre diversas outras problemáticas que não devem ser esquecidas, só porque agora existe uma droga milagrosa que baixa colesterol e que pode ser usada, mesmo não tendo reduzido o número de pessoas que infartam.
Vamos voltar a fazer medicina holística, que busca as causas e não só trata e tenta resolver as conseqüências. Vocês repararam que aqui foi um parágrafo direcionado aos meus colegas médicos, não é mesmo? Pois é, eu mesmo precisei tomar este choque um dia para acordar e passar a enxergar a frente.
Como já escrevi anteriormente, vocês sabem que o cérebro humano é particularmente rico em colesterol – cerca de 25% de todo o colesterol do nosso organismo se encontra no cérebro. Cada célula e cada estrutura do cérebro e do resto do nosso sistema nervoso precisa do colesterol, não apenas para sua própria constituição mas também para realizar suas múltiplas funções. O desenvolvimento do cérebro e dos olhos do feto e do recém-nascido requer grande quantidade de colesterol. Se o feto não receber colesterol suficiente durante o seu desenvolvimento, a criança pode nascer com uma anomalia congênita, chamada ciclopia (desenvolvimento de apenas um olho).
O leite materno fornece muito colesterol, sendo então aos olhos da medicina atual, um alimento mortífero não é mesmo? Pois é, mas é o alimento mais completo que existe no mundo meus amigos! Não apenas isso – o leite materno contém uma enzima específica que capacita o aparelho digestivo do bebê a absorver quase 100% desse colesterol, pois o desenvolvimento do cérebro e olhos da criança demanda enorme quantidade de colesterol.
A criança que for privada do colesterol durante a infância poderá ficar com a visão e as funções cerebrais prejudicadas. Os fabricantes de fórmulas para mamadeiras estão cientes desse fato, porém, seguindo o dogma anti-colesterol, produzem essas fórmulas com praticamente nada dessa substância.
E o pior, lembrem o que escrevi anteriormente: vocês acreditam que esta indústria é tão forte, que está sendo cogitado prescrever estas drogas, estes venenos para crianças?
Nossa falta de conhecimento foi explorada no limite da insentatez quando nos acostumamos a ver nas latas de óleo vegetal: “Este produto não contém colesterol”. É o equivalente a dizer que não há feijão no suco de maracujá! Mas a idéia desta mídia não é mostrar falta de inteligência tão pífia, e sim . Foi manter uma consciência convencional deformadora de nossa percepção do mundo.
Falar mal do colesterol é tão normal quanto admitir que a Terra é redonda, fica simples porque existe toda uma uma idéia de massa que apóia isso. Manobrar o senso comum tem sido a estratégia de vendas ocidental mais profícua. Entretanto nossa saúde não tem sido previlegiada com nosso progresso científico moderno: quanto mais se investe em pesquisas para a saúde mais pessoas enfermas há neste mundo. Será mera fatalidade ou será que a saúde que importa é só a saúde econômica mesmo, fazendo com que sejamos cada dia mais dependentes das inovações “científicas” que as indústrias farmacêuticas alcançam?
Amigos, sei que já me alonguei muito, mas o tema infelizmente parece controverso, pois mais de 90% dos profissionais de saúde simplesmente aprenderam que colesterol mata e se negam a revisar estes conceitos. Pior, ainda falam daqueles que questionam este mito, embasados em estudos patrocinados pelas indústrias que patrocinam congressos e muitas outras coisas dentro das instituições médicas.
Hoje, toda pessoa que estiver com colesterol acima de 200 se enquadra no protocolo das drogas anti-colesterol. Não estamos mais tratando pessoas individualmente, mas enquadrando-as em protocolos. Uma medicina desumana…
Um homem com convicções pode superar uma centena que têm apenas opiniões.” 
Winston Churchill
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