terça-feira, 15 de novembro de 2016

A PROPÓSITO DE PANDEMIAS (II) - Gripe das Aves, Gripe Suína, E Agora o Virus Ébola




O primeiro post ou mensagem a que dei o título: "A propósito de Pandemias!" está publicado AQUI:
Estava-se no ano de 2005 e eu era, nessa época, pouco mais (ou pouco menos) do que "aprendiz de bloguer".
Depois, em Abril de 2006, publiquei ESTE TEXTO "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves) que fez sucesso no meu blogue "SOCIOCRACIA" tendo provocado mesmo um pico no número de visitantes e que foi mencionado e reproduzindo em muitos outros blogues. Este texto teve origem num editorial da revista espanhola Discovery DSALUD... vale a pena ler...

Depois veio a gripe suína (H1N1) que voltou a dar visibilidade, entre os internautas, a denúncias como esta: A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua que tem data de Novembro de 2009
No mês anterior (Outubro de 2009) eu tinha publicado este outro texto:

ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!


Depois, como isto é sempre a mesma coisa e o meu tempo é escasso (cada vez mais escasso), cansei de escrever sobre estes temas (e outros)...
Porém, tal como aconteceu com o Texto "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves" que, como já disse, teve origem num editorail da revista espanhola Discovery DSALUD...
e com o texto: "A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua" que teve origem num texto publicado por Teresa Forcades...


também agora me chegou, por email, o texto que publico a seguir, adaptado, acerca da epidemia de Ébola.
Para perceber melhor o tipo de Mundo, dominado por gente infame, criminosa, perversa, em que vivemos, vale a pena ler este texto... e consultar os outros.

O cartel químico-farmacêutico mundial é muito poderoso e simultâneamente muito CRIMINOSO.
Todo o pânico que se está a gerar a nível planetário com o virus Ébola não é mais do que uma manobra, selvagem, assassina, para angariar lucros incalculáveis com mais uma "epidemia" preparada pelo criminoso cartel; lucros que vão direitinhos para offshores.
Os laboratórios químico-farmacêuticos pertencentes a gigantescas empresas multinacionais manipulam "virus" e "bactérias" sem que nenhuma entidade governamental os controle. Isto tem de ser denunciado!!!!!! (nalguns dos textos acima referidos encontra denúncias circunstanciadas desses factos e doutros ainda mais graves, como por exemplo a adição de vírus "activos" às vacinas sazonais, de modo a fazer com que os vacinados adoeçam (eu conheço pessoas que se queixam disso mesmo: de terem adoecido gravemente com gripe depois da vacina)
Mas voltemos ao texto que recebi por email:
O que o infeliz povo da Libéria necessita URGENTEMENTE é de hospitais, escolas, infra-estruturas sanitárias (canalização de água e esgotos) alimentação humana condigna e não toneladas de trigo e milho transgénicos, oriundas dos EUA, e outros venenos que terão os seus efeitos malévolos a muito curto prazo.
Perante a estranha passividade dos principais organismos mundiais como a ONU, OMS e OMC só podemos concluir que estes organismos estão a ser dominados pelas garras assassinas do cartel químico-farmacêutico mundial(!!!!)


Subject: Vírus Ébola
Vírus Ébola: o embuste ...
Por Manuel Pinto Coelho - Jornal Público
Médico, doutorado em Ciências da Educação

Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial, como se depreende da caricata histeria que vai por esse mundo, por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.
A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.
As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.
É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus é necessário um contacto directo com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.
O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado, quando os doentes não recebem os cuidados devidos. Como os doentes infectados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.
Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas - a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas de saúde de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.
Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.
Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.
Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar.

Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Da "sábia" manipulação da opinião pública, resultou uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e o esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros para comprar vacinas usadas e… não usadas, por outro lado.
O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir, em um dia, a duração dos sintomas, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações. Explicando melhor: com tamiflu os doentes tinham alta um dia antes...


Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira.
A reacção totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o acolhimento e os cuidados necessários a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável.


O mito dum passageiro africano infectado pela doença, no avião, que poderia infectar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola.
À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” não importa enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.
A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto directo com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado, para bem das vítimas e para bem de todos nós, da nossa sanidade e integridade mental, psicológica e espiritual.
Não podemos aceitar (eu diria: não podemos permitir) a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão...
E eu acrescento: semelhante à gripe das aves, à gripe dos porcos... ou à pandemia do “raio que os parta” a todos os abutres malditos.
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