terça-feira, 22 de julho de 2014

Como tratar a dor de cabeça causada pelo stress


Há dias tentava manter-me concentrada cerca de 10 minutos (seguindo as orientações deste post). Nesse espaço de tempo uma funcionária veio perguntar-me algo, alguém me telefonou e uma colega perguntou-me qualquer coisa. Bolas, pensei! Nova tentativa. Até coloquei o despertador do telemóvel para tocar daí a outros 10 minutos. Assim que pousei o telemóvel, o telefone começou a tocar. Era alguém que me queria pedir informações... 
Seja por interrupções ou por outros motivos, por vezes sinto-me mesmo cansada ao fim de um de trabalho. O stress é elevado e, creio que por isso, com frequência sinto dor de cabeça e até nas costas.
Existem cerca de 150 tipos de dores de cabeça, mas a dor associada ao stress, costuma aparecer no período da tarde, quando o cansaço físico ou mental é maior. Se não for tratada pode durar entre 30 minutos a 7 dias. Situa-se em ambos os lados da cabeça e dá a sensação que nos estão a apertar o cérebro. Pode ainda estender-se para a nuca, o pescoço e ombros. Ao contrário de outras dores de cabeça, esta não se agrava com a prática de exercício físico e não está associada a náuseas ou vómitos. 
Esta dor de cabeça costuma melhorar com analgésicos comuns. Contudo, há pessoas que abusam e isso, obviamente, traz consequências para o organismo. Assim, se estas dores se repetirem frequentemente, a decisão acertada é mesmo consultar o médico.
Bom, mas em tempos estive numa formação sobre controle de stress. A verdade é que nos propuseram um exercício de relaxamento (daqueles em que fazemos pressão numa área do corpo e depois relaxamos, até passar por todo o corpo - isto enquanto uma voz calma nos vai dando orientações). Não adormeci, como aconteceu com outros participantes. Mas, surpreendentemente, as dores que sentia nas costas e na cabeça passaram por completo. Ainda hoje, quando realizo este tipo de exercícios (no meu caso preciso sempre de ouvir uma voz a orientar-me - costumo recorrer ao youtube), as dores ou abrandam ou passam por completo.
A verdade é que uma mudança de estilo de vida, pode melhorar significativamente este tipo de situação: a prática frequente de exercício físico, receber massagens, o desacelerar do ritmo diário, a prática de terapias de redução do stress, a meditação, dormir horas suficientes, mantermo-nos hidratados (consumindo água suficiente para o nosso organismo), evitar o consumo de café, álcool e tabaco e manter uma alimentação saudável. Em alguns casos, o médico poderá encaminhar para psicoterapia.
De qualquer modo, cada vez mais me convenço que uma mudança para um estilo de vida mais saudável é solução para muita coisa. Existe um estudo, em que até se conseguiu reverter o envelhecimento celular (espreita aqui). A sociedade exige muito de nós, mas está nas nossas mãos mudar, nem que seja aos pouquinhos.
Foto: Leland Francisco
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