terça-feira, 7 de janeiro de 2020

“ONDE COLOCAR O SAL”


“O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

Qual é o gosto?
– perguntou o Mestre.

Ruim – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:

– Beba um pouco dessa água.


Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?

– Bom! Disse o rapaz.


– Você sente o gosto do sal?

Perguntou o Mestre.

– Não…
– disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

– A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.

Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem, do que ao que você perdeu.


Em outras palavras:

É deixar de Ser copo para tornar-se um Lago.

Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos… ”

Sal, Conheça suas forças!

O sal grosso é visto como um forte purificador de domínio.
Grupos de pessoas inconfundíveis utilizam sal para combater o olhar hostil e proteger a casa de energias nocivas.
O sal é uma pedra preciosa e, ao longo dessas linhas, emana ondas eletromagnéticas que podem ser estimadas por radiestesistas.
Tem um comprimento de onda semelhante ao sombreamento violeta, adequado para equilibrar campos eletromagnéticos negativos.
Visto do instrumento de ampliação, o sal bruto descobre que é uma gema, emoldurada por pequenos quadrados ou formas niveladas.
As energias espessas mais frequentemente concentram-se nos lados da casa. Portanto, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de mesa ajusta esses poderes e torna a casa mais leve.
Para uma sala normal onde poucas pessoas fluem, um copo de água salgada em dois cantos é adequado.
Em alguns dias você pode ver a distinção. No momento em que as bolsas de ar estruturam chegou a hora de restaurar a água salgada.
O arranjo de sal e água também está pronto para extrair do ar as partículas positivas, ou seja, as partículas de vitalidade elétrica, e reequilibrar a vitalidade das situações.
Particularmente no interior, sem brilho ou mesmo antes de uma tempestade, essas partículas têm um impacto fortalecedor e podem causar pressão e perturbação.
A rotina direta com relação à limpeza com sal e água deve ser feita com a menor inclinação de que a terra é carregada após batalhas ou no
entardecer no quarto, para que o descanso não fique irritado.
Os chuveiros de sal grosso e o banho de pés antiquado (absorvem a solução salina quente dos pés) têm a capacidade de matar a força do corpo.
Para as pessoas que moram longe da costa do mar, é um método incrível para relaxar e restaurar a vitalidade.
Acabou de ser visto como ouro branco (água salobra para proteger os alimentos).
Os indivíduos vêm criando estratégias de utilização de sal, conforme retratado abaixo:
Uma mancha de sal em seus ombros dissipa o desejo.
Para evitar o olhar hostil ou manter uma distância estratégica de convidados indesejáveis, caboclos e caipiras regularmente colocam uma
linha de sal na porta ou um copo de solução salina na metade esquerda da passagem.
Misturar sal com água ou licor evita que todas as coisas terríveis perceptíveis ao redor, descontaminem e evitem a inveja, o mau cheiro dos olhos e outras emoções insignificantes de entrar na casa.
Após uma reunião, lave todos os copos e pratos com sal grosso para matar a vitalidade dos visitantes, limpando a louça para o dia a dia.
Lavar a louça com bicarbonato de sódio descarrega a terrível vitalidade e é desenrolador.
O principal alerta não é molhar a cabeça, pois é nesse local que nossa alma vive e não deve ser morta.
Nos costumes africanos, quando alguém se muda, as principais coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal.
Eles utilizam sal seco do oceano em um pires branco atrás da entrada para atrair a vitalidade negativa do competidor.
Além disso, eles lavam água salgada com ervas para restaurar sua vitalidade interior e querem viver.
No Japão, o sal é visto como um incrível purificador.
Os japoneses mais habituais jogam sal todos os dias na entrada e em qualquer ponto em que a visita for feita.
Imagem de dedicação na luta de sumô. Os chefes jogam sal no ringue para fazer com que a batalha continue com segurança.

domingo, 19 de maio de 2019

Doenças Psicossomáticas, uma linguagem corporal




             Inicialmente, cabe falarmos um pouco, sobre o que é a doença e abordagem psicossomática.
A doença, qualquer que seja ela, vai estar “presa” ao corpo. Este mesmo corpo que ao nascer, foi tratado (espera-se), com todo carinho e atenção. Pensemos um pouco, que este alguém que se dedicou a nós quando nascemos e também durante o nosso crescimento, nos deu carinho, afeição e amor (na maioria das vezes, nossa mãe) deixou em nós marcas profundas e que na certa, todos carregamos por toda a vida. Quando tais sentimentos, não foram proporcionados pela mãe, certamente o foram por outra pessoa.
Toda criança desperta em nós bons sentimentos. Uma criança possui uma força enorme, no sentido de mobilizar-nos emocionalmente; isso para não irmos um pouco mais adiante e dizermos, lembrando que “a criança é o pai do homem”.
Quando ficamos doentes, de certa maneira, voltamos ou tendemos voltar à condição de crianças; numa linguagem mais técnica, regredimos; ficamos mais “dengosos”, queremos atenção, consideração, cuidados, etc. Com tudo isso, quer dizer que quando adoecemos “procuramos” nossa mãe.
Assim ,quando somos crianças, somos fortes, conseguimos “seduzir  adultos; temos um poder de persuasão muito maior do que quando nos tornamos adultos. Aqui, quando adultos, a doença pode, e às vezes assume as rédeas da sedução do outro. Quantas vezes, vemos pessoas doentes, que se aproveitam dessas doenças para obterem pequenos favores ou comodidades.
Quase sempre, “procuramos” as doenças das quais somos portadores. Esse procurar, no entanto, não é claro nem explícito pois, ele se mascara, escondendo-se atrás de sintomas, emoções e sentimentos.
Inúmeros são os sintomas que parecem ser de alguma doença orgânica e que na realidade, correspondem a uma manifestação corporal de depressão.
Conceitos e visões entrelaçam-se no conceito da doença. A visão centrífuga durante muitos anos, deu conta de explicações que tentavam justificar que o surgimento de uma doença é momentâneo e imediato e que seus males se disseminam pelo corpo, cabendo, então, a extirpação imediata da doença ou do órgão por ela afetado. Podem-se exemplificar inúmeras doenças; entretanto, citaremos algumas: problemas cardíacos; gastrites e úlceras. Neste tipo de visão de doença, uma gastrite tem seu início e eclosão no próprio estômago ou órgãos desse sistema. Uma doença do coração, tem seu foco de início no próprio órgão enquanto a úlcera tem como local de origem o estômago ou duodeno.
A visão centrípeta sobre o conceito de doença, procura não relacionar o órgão ou local onde a doença se mostra, como origem necessária dessa doença. O local, órgão ou região onde surge a doença ou os seus sintomas, se limitará apenas em ser o seu ponto de manifestação física. O que isso significa ? Esta doença, ora manifestada num determinado órgão, está sendo a expressão de situações ligadas a todo o contexto vivido pelo seu portador. Estamos, sem dúvida, falando de contextos nos quais se ligam emoções, sentimentos, afetos. Quando nos referimos o contexto vivido, ligado a emoções, sentimentos e afetos o tempo passa a ter grande significado. Estamos dizendo que esta determinada úlcera ou este problema cardíaco ou até mesmo uma gastrite, pode ter se iniciado por sentimentos de alguma perda afetiva, raivas reprimidas, enfim emoções que, no passado deixaram de ser expressadas de forma natural, espontânea. Em tais exemplos, cabe lembrar, não se encontra em questão, doença que apresentam a hereditariedade como causa.
Muitos médicos, atualmente, têm começado uma busca nos sintomas das doenças, através do Homem, da pessoa como um todo. Contudo, a Medicina, ainda mantém uma tendência a visualizar o doente, como algo passivo, como alguém que está ali para ser paciente, portanto, é a condição daquele que é portador de um mal, uma doença.
A pessoa doente ou com alguma sintomatologia, não representa, na visão psicossomática, uma pessoa inerte; em outras palavras, ela não é um doente, e, sim, uma pessoa que tem alguma doença. Isso é diferente. Enquanto alguém tem uma doença, significa que também tem coisas nele, não doentes, enquanto, se este alguém é doente, fica implícito que é toda doença.
Quanto a definição de psicossomática, é ao mesmo tempo uma filosofia – porque envolve uma visão de ser humano, uma maneira de definir o ser humano – é uma ciência que tem como objeto os mecanismos de interação entre a dimensão mental e a dimensão corporal.
De certa forma a Psicossomática também é uma prática clínica, cujo conjunto teórico muito se aproxima dos conteúdos das disciplinas Psicologia Médica e Psicologia Hospitalar.
Passamos agora pelo doente, Mac Lean, considera que os doentes psicossomáticos são incapazes de verbalização conveniente, pois suas emoções não estão ligadas aos processos intelectuais, e, por esse motivo as tensões se descarregam sobre o hipotálamo pelo sistema neurovegetativo, provocando as psicossomatizações.
Nas biopatias, que segundo a Escola Européia de Orgonomia, tem sua origem antes do nascimento. A emoção “medo” já está presente no plano verbal, e quando não há nenhuma manifestação somática, a emoção fica reprimida na consciência, mas presente no organismo. A evolução é imprevisível e depende de fatores desencadeantes, como por exemplo, stress físico ou emocional. Assim nas biopatias  todo organismo está implicado, a doença invade o corpo.
Estudos apontam para uma ligação entre o estado mental e doença, com indícios convincentes de que o sistema imunológico poderia ser um importante elo entre o cérebro e a saúde física.
Segundo  Goleman. D, o sistema imunológico é o meio através do qual o organismo se defende de doenças infecciosas e do câncer. Tem duas tarefas primárias: distinguir entre células “próprias” e células  “não próprias” e, em seguida, destruir, neutralizar ou eliminar substâncias estranhas identificadas como não próprias, que naturalmente não fazem parte do organismo.
Inúmeras são as doenças que afligem o indivíduo, desencadeadas ou não pelo seu emocional. After-me-ei em algumas, iniciando pelo CÂNCER.
         Nos Estados Unidos, têm surgido há algum tempo, muitos questionamentos que dão conta do Câncer enquanto doença cercada por questões afetivo-emocionais. No organismo vivo, cada célula, ou melhor, cada grupo celular específico, possui funções próprias, que são muito específicas, para aquele tipo de função desempenhada por aquele órgão. Como é de se esperar, todos os nossos sentimentos, afetos e emoções impregnam essas células. Senão, vejamos: quando ficamos com raiva, nosso organismo fica pronto ou para “fugir” ou para “lutar”, quando temos raiva, contraímos; nossos músculos ficam tensos, enquanto quando sentimos alegria, tranqüilidade, ocorre um abrandar dessas energias.
Existem Estudos que comprovam que pessoas mais fechadas, mais tensas e chegadas ao isolamento, tendem mais a desenvolverem quadros de tristezas, depressões e pessimismos. Seus corpos “sabem” o que as emoções lhes pedem e respondem com  “obediência” , dando como resposta, quem sabe, uma cefaléia (dor de cabeça), uma gastrite (dor  no estômago produzida por inflamação) ou quem sabe, uma doença do coração.
Às vezes, o que o corpo executou, não foi suficiente para redimir a pessoa da culpa, sobrevindo doenças mais graves, talvez, como uma desordenada proliferação de células defeituosas. Aliás, já foram comprovados em Estudos, que tais células sofrem um controle contínuo por nosso Sistema de Defesa Imunológico, que tem como finalidade, impedir uma produção desordenada de células anormais. Todos os componentes de nosso Sistema de Defesa Imunológico, ao que parece, estão ligados às emoções e sentimentos.
Um câncer, não se formou naquele momento, ou dias antes de ter sido detectado. Muitas vezes, ou na maioria das vezes, o seu desenvolvimento e evolução tiveram início muitos meses ou anos atrás, momento em que, “enviamos uma mensagem” para nosso Sistema Imunológico “ordenando” que algo deveria ser feito naquele sentido. Falta de carinho, distanciamento de afetos, ou quem sabe, raivas “incubadas” durante muitos anos, ocasionaram um proliferar desordenado de células ou grupos celulares.
        Em se tratando de CORAÇÃO, a questão parece mais clara. Não há quem deixe de perceber seu coração acelera diante determinadas situações emocionais, bem como de atribuir alguma representação simbólica a ele, investindo-o, pois, de um significado subjetivo. Não obstante, os caminhos e a maneira através dos quais as emoções repercutem no coração.
Situações de ansiedade estimulam através do hipotálamo – a liberação de catecolaminas e corticosteróides, seja por ação direta do sistema simpático, seja por ação indireta sobre as supra-renais. Algumas dessas substâncias repercutem sobre o aparelho cardiovascular – elevação de freqüência cardíaca, da pressão arterial, vaso constrição periférica e outras reações.
Fazem também referência ao aparecimento de manifestações cardiovasculares desencadeadas por fatores emocionais; entre elas a doença coronariana e a hipertensão arterial, que são as mais comuns do mundo moderno.
          E DOENÇAS DE PELE, acontecem ? A pele é um órgão particularmente fascinante, e as doenças de pele possa se enquadrar entre as biopatias do sistema nervoso, pois o sistema nervoso origina-se no ectoderma do embrião.
Ela é ao mesmo tempo intimamente privada e notavelmente pública, é a interface final entre o eu e o outro – o nosso mundo interior e o mundo externo. Acaba sendo o portal através do qual sentimos o mundo e pela quais nossas primeiras sensações aconteceram – o TOQUE – ao nascermos.
Como o maior órgão do nosso corpo (esticada, tem cerca de 2 metros quadrados), a pele é a primeira linha de defesa contra o ataque constante de micróbios, traumas físicos e elementos ambientais irritantes.
Pode-se esperar que um órgão tão complexo, traduza problemas emocionais em sintomas físicos ?
Os estudiosos tendem a afirmar que alguns problemas são causados por estresse, conflitos concernentes a sentimentos e impulsos hostis – agressivos, já que a hostilidade seria reprimida devido a sentimento de culpa. Bem como, há situações em que o contato, a carícia forem insuficientes, provocando uma erotização da pele.
As doenças dermatológicas consideradas biopatias primárias e que tendem a ter forte componente emocional são: eczema constitucional, psioríase, dermatite de herpes, alopecia (queda de cabelo em certas zonas), línquem, liquitose (pele de peixe), causando em algumas situações muito constrangimento à pessoa, desfavorecendo sua auto-imagem, até por ser uma doença fisicamente visível.
Nesse momento não é somente primordial dissertarmos as inúmeras doenças e suas causas, mas também termos consciência se contribuímos para o desencadeamento delas, como ? estressados, insatisfeitos, culpados ...Percebemos que o nosso organismo não está separado de nossas experiências e que aquilo que vivemos -  nossos pensamentos, sentimentos, necessidades e crenças- tem uma repercussão no funcionamento de nosso corpo.
         A doença vem deflagrar algo a respeito de nós mesmos e de nossas vidas
 

BIBLIOGRAFIA

    Goleman, Daniel & Gurin, Joel, Equilíbrio Mente e Corpo, Editora Campos, 1977, RJ
    Lemgruber, V, Caderno de Psicopatologia, Dep. De Psicologia, PUC, 1997, RJ
    Graeff, G, F & Brandão, L. M, Neurobiologia das Doenças Mentais
    Keleman, S, Realidade Somática, Summus Editorial, 1994, SP.

domingo, 6 de janeiro de 2019

Eles nos ajudam de várias formas – do combustível que os neurônios precisam para funcionar até as vitaminas que nos deixam mais atentos

alimentos cerebro 1A dieta não afeta apenas a nossa silhueta; também tem impacto sobre o bom funcionamento de todo o organismo. Inclusive do cérebro, o órgão que consome mais energia, como explica a neurocientista e consultora nutricional Lisa Mosconi em seu livro Brain Food: How to Eat Smart and Sharpen Your Mind (comida para o cérebro: como comer de forma inteligente e aguçar a mente). Enquanto alguns alimentos ajudam a prevenir a demência, o estresse, o declínio cognitivo e a perda da memória, outros podem contribuir para desencadear certos problemas neurológicos. “A alimentação tem uma importância vital no desenvolvimento de nosso organismo e nas funções biológicas. E também, claro, no sistema nervoso central e no cérebro”, diz o nutricionista Ramón de Cangas, da Academia Espanhola de Nutrição e Dietética. Com a ajuda desses e outros especialistas, destacamos quais são os melhores e os piores alimentos para nossa
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    2Cavala para frear o declínio cognitivo Os ácidos graxos são essenciais para o bom funcionamento celular. O ômega 3, por exemplo, “tem um componente chamado DHA, encontrado também nas camadas externas das células nervosas”, explica o neurocientista Fernando Gómez-Pinilla, professor da Universidade da Califórnia. Isso ajuda a “proteger o cérebro do declínio cognitivo, além de reverter os danos causados pelo estresse oxidativo [nesse órgão]”, afirma De Cangas. Diversos estudos indicam a importância do ômega 3, muito abundante na cavala, para o rendimento intelectual das pessoas mais velhas. Outros revelam que a falta dessas moléculas lipídicas está associada à doença de Alzheimer. “Existem vários nutrientes importantes para o desenvolvimento do cérebro, especialmente certos ácidos graxos”, diz o cientista. "De fato, os lipídios perfazem mais de 60% de seu peso seco.” Os peixes gordurosos – incluindo salmão, cavala, anchovas e sardinhas – são uma das melhores fontes naturais desse tipo de gordura, mas não a única. Alguns frutos secos (como nozes e amêndoas, por exemplo) e sementes (linhaça e chia) são algumas das alternativas vegetais.
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    3Azeite de oliva para aumentar o oxigênio no cérebro O azeite de oliva é outra fonte vegetal de ômega 3, mas não nos traz apenas esse ácido graxo. Como informa Lisa Mosconi em seu livro, o azeite também contém vitamina E, que é especialmente importante para nos proteger da demência e aumenta o fornecimento de oxigênio no cérebro. Estudos realizados nos Estados Unidos e na Europa confirmam o que diz Mosconi. Os especialistas concluíram que os idosos que consumiam mais de 16 mg por dia de vitamina E, presente também em folhas verdes como espinafre, tinham um risco 67% menor de desenvolver demência em comparação com aqueles que ingeriam pouco ou nada. E a redução pode ser ainda maior se você consumir alimentos ricos em vitamina C, como concluiu um estudo do Vanderbilt University Medical Center (EUA) que administrou suplementos das duas vitaminas aos pacientes. Ambas protegem os neurônios contra os efeitos nocivos das toxinas e dos radicais livres.
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    4Beterraba como combustível no lugar do açúcar Os neurônios usam glicose como fonte de energia, explica De Cangas, embora não seja necessário (nem bom) começar a comer colheradas de açúcar. “Com uma dieta equilibrada, que inclua legumes, cereais de grão inteiro, verduras, hortaliças e frutas, obteremos os carboidratos de que nosso organismo precisa para dispor da glicose necessária”, diz o especialista. Beterraba, kiwi, grãos integrais, batata doce, cebola e cebolinha são exemplos de alimentos que servem como combustível para nosso cérebro. E não contêm apenas a glicose que o órgão necessita. “Também contêm fibra, que ajuda a manter a microbiota saudável”, afirma. E isso, segundo as pesquisas, nos mantém protegidos contra doenças relacionadas ao declínio cognitivo.
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    5Bagas e frutos do bosque para aumentar nossa atenção Um cérebro saudável precisa de uma dose suficiente (mas não excessiva) de vitaminas e minerais. As vitaminas C e E são – como mencionamos acima – potentes antioxidantes que ajudam a reduzir o estresse cerebral. Mas há outro detalhe: as vitaminas do grupo B, por exemplo, são necessárias para produzir de energia, sintetizar e reparar o DNA e o RNA (ácido ribonucleico, mensageiro das informações genéticas no corpo) e diversas moléculas neuroquímicas. Por sua vez, a vitamina D atua na síntese de neurotransmissores e intervém no desenvolvimento do sistema nervoso. Entre os minerais, o ferro estimula a atividade cognitiva, participa da produção de neurotransmissores e melhora a concentração. O zinco apoia o sistema imunológico e ajuda a controlar os impulsos neurais. Já o cobre é necessário para o desenvolvimento de funções cerebrais e para a síntese de determinadas enzimas. As frutas e verduras são a melhor fonte natural de vitaminas e minerais, afirma Mosconi. As bagas e os frutos silvestres, por exemplo, ajudam a melhorar a memória e a atenção. As folhas verdes e os brócolis são fontes de vitamina K, que pode ajudar as pessoas com Alzheimer a reter melhor a informação e progredir em sua expressão verbal.
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    6E os alimentos que colocam tudo a perder A lista não acaba aqui. Em seu livro, Mosconi menciona frituras, comida rápida e, sobretudo, a maioria dos alimentos processados. De fato, os ultraprocessados são repletos de gorduras trans (um tipo de ácido graxo formado quando um óleo em estado líquido se solidifica por hidrogenação, um processo que prolonga a vida dos alimentos) e açúcar refinado. Vários estudos mostram que as pessoas que consomem dois gramas por dia de gordura trans têm duas vezes mais chances de sofrer maior declínio cognitivo e demência do que aquelas que ingerem menos quantidade.

O ‘light’ dá mais fome: e assim o cérebro nos engana

Basta ler a palavra para ocorrer uma reação psicológica e hormonal

alimentos light

Certas mensagens saudáveis podem estar boicotando sua operação pós-férias. Ir a um restaurante "saudável" ou ter salada servida como acompanhamento de qualquer prato (incluindo um hambúrguer) pode nos levar a pensar que consumimos menos calorias do que as que ingerimos de fato, ou que algo engorda menos do que na verdade engorda (como acontece com as versões light de tudo que é saboroso). Optar pelo light também nos faz comer 35% a mais, e que nos permitimos mais escapadas ou recompensas pelo bem que fizemos ... e que nos sintamos menos satisfeitos.
"Os adultos jovens que leem corretamente os rótulos nutricionais têm melhores padrões alimentares”, Journal of The Academy of Nutrition and Dietetics
Isto foi o que constatou Alia Crum, pesquisadora do Departamento de Psicologia de Yale (EUA). "Os rótulos não são apenas rótulos. Evocam uma série de crenças [...] e afetam o processo fisiológico dos nutrientes que consumimos.” Assim, Crum observou em sua experiência que a grelina (hormônio da fome) caía muito menos depois de tomar um milk-shake de baunilha rotulado "baixo em calorias, zero gordura, zero açúcar adicionado e apenas 140 calorias", do que depois de beber outro identificado com um suculento nome de "620 calorias". Ambos eram na realidade exatamente a mesma receita, com 300 calorias.

Se indicassem aonde deveríamos parar, comeríamos menos

Ou faça você mesmo. Algo tão simples como colocar uma marca onde termina a porção recomendada faz com que as pessoas comam menos e saibam a quantidade que se coloca entre o peito e as costas de uma só vez. Isso foi demonstrado por um estudo no qual aqueles que comiam um pacote de batatas fritas normal – em que intercalavam outras vermelhas para indicar o fim da porção – pararam mais cedo e puderam declarar com precisão quanto tinham comido no total.

A obesidade entorpece o sentido do paladar


Os pesquisadores compararam ratos obesos com ratos sãos.
Os pesquisadores compararam ratos obesos com ratos sãos.
As pessoas obesas são menos sensíveis ao sabor da comida, mas recuperam o paladar quando perdem peso. Para entender por que o índice de massa corporal influencia a capacidade de saborear os alimentos, vários pesquisadores do Departamento de Ciências Alimentícias da Universidade Cornell (EUA) estudaram as respostas fisiológicas à dieta em ratos de laboratório. Seus resultados, publicados nesta terça-feira na revista PLOS Biology, revelam que o sobrepeso e a obesidade causam uma redução no número de papilas gustativas devido à inflamação crônica associada ao acúmulo de gordura. O tratamento dessa disfunção sensorial do paladar poderia ajudar as pessoas afetadas a evitarem maus hábitos alimentícios.
“O pão branco é uma bomba que estamos dando às pessoas”

Os cientistas alimentaram um grupo de ratos com uma dieta composta por 58% de gordura, e deram uma dieta normal (14% de gordura) ao grupo de controle. Ao final de oito semanas, os ratos com a comida insalubre pesavam um terço a mais e tinham 25% menos papilas gustativas na língua do que os outros. “Antes não conhecíamos a relação causa-efeito”, diz Robin Dando, o chefe da pesquisa. “Não sabíamos se as pessoas obesas nascem com um sentido do paladar mais fraco, e portanto estão predispostas a engordar, ou se todo mundo nasce com um sentido do paladar similar, e ao ganhar peso começa a perder a sensibilidade ao sabor”, acrescenta. A segunda opção parece a mais provável, dados os resultados com os ratos.
Cada papila gustativa contém entre 50 e 100 células que podem ser de três tipos, segundo sua capacidade de detectar determinados sabores. Os ratos normalmente substituem esses minúsculos órgãos a cada 10 dias, num processo regido pela morte programada das células antigas e pela diferenciação de receptores novos a partir de células-tronco. Entretanto, nos ratos obesos a morte celular se acelera ao mesmo tempo em que diminui o número de células-tronco, o que torna mais lenta a regeneração das papilas gustativas.
Para aferir as causas exatas, os cientistas repetiram o experimento com ratos geneticamente resistentes à obesidade. Esses animais têm o seu DNA editado para que não engordem muito, independentemente da alimentação. Eles não mostraram redução no número de papilas gustativas ao seguirem a dieta mais gordurosa, o que demonstra que é o sobrepeso – e não apenas o estímulo oral ao ingerir gordura – que conduz ao entorpecimento do paladar.
O tecido adiposo é um órgão em si mesmo, as próprias células de gordura estão ativas e secretam fatores que podem ser bastante prejudiciais
A equipe observa que a perda do paladar é consequência da inflamação leve, crônica e sistêmica causada pela obesidade e o sobrepeso. “O tecido adiposo é um órgão em si mesmo, as próprias células de gordura estão ativas e secretam fatores que podem ser bastante prejudiciais”, explica Dando. Um desses fatores é o TNF-alfa, uma molécula imunológica que envia sinais inflamatórios pelo corpo e ativa processos de morte celular. Quando os pesquisadores alimentaram com muita gordura os ratos geneticamente modificados que são incapazes de produzir o TNF-alfa, estes ganharam peso, mas não perderam papilas gustativas. Pelo contrário, quando essa molécula foi injetada diretamente na língua de ratos magros, os animais perderam papilas gustativas sem terem engordado.
Resta ver se o mesmo processo rege a capacidade de saborear os alimentos no caso dos humanos, mas parece provável, pois já foi observada a associação reversível entre o acúmulo de gordura e a perda do paladar. Dando acredita que o caráter bidirecional desse mecanismo pode ser a chave da adaptação. “Aposto que quando perdemos muito peso adquirimos mais papilas gustativas. Isso tem um valor evolutivo; que podemos buscar até a última caloria”, explica. Por exemplo, em tempos de fome, esse processo permitiria saborear o doce em mantimentos que normalmente não seriam apetitosos.
“Os resultados apontam para novas estratégias terapêuticas para tratar da disfunção sensorial do paladar em obesos”, acrescenta o pesquisador. “Se alguém se torna mais sensível ao sabor, é plausível que não necessite tanto de açúcar, gordura ou sal na dieta, e então poderá adotar melhores hábitos alimentícios.

DEPOIMENTO DE CURA: ME CUREI DE UM CÂNCER EM ESTADO AVANÇADO COM O BICARBONATO DE SÓDIO


Recebi este depoimento de cura do Euzébio Cervo, da cidade de Barão de Cotegipe-RS. E-mail para contato: euzebiocervo@gmail.com

Segue o depoimento:

NÃO TENHA MEDO DO CÂNCER

Desconfiei que tinha câncer de próstata no início do ano de 2009, pelos testes de laboratório o PSA alterava-se muito rapidamente. Procurei ajuda médica, onde foi comprovado que era portador de neoplasia de próstata metastático, atingindo o reto, anus e bacia, com lesões osteoblásticas e osteolíticas que acometeram os ossos do púbis e do ísquio, com infiltração medular e da cortical óssea. Estava com câncer nos ossos da bacia, porque o câncer da próstata vazou para fora dela. Fui informado que este quadro apresentado não tinha retorno, ou seja, nada a fazer a não ser tomar medicamento hormonal, para ir levando até…

Comecei o tratamento no fim de setembro de 2009 e dois meses depois o quadro era incontrolável; não tinha mais o controle do ânus, a dor dos ossos incomodava muito e não havia posição cômoda para ficar.

Nesta época, lembrei que tinha recebido tempos atrás, um e-mail sobre o bicarbonato de sódio na cura do câncer. Procurei na internet e encontrei o site do Dr. Simoncini que vinha fazendo experiências com grande sucesso com o bicarbonato de sódio na cura do câncer. Assisti os vídeos onde foi demonstrado que tumores, após lavagem com o bicarbonato de sódio, em 04 dias diminuíram drasticamente. Procurei saber como fazer o tratamento e ocorreu o seguinte:

- procurar ajuda médica, para acompanhar no tratamento com bicarbonato de sódio, foi um estresse. Nenhum médico quis acompanhar, por razão de o produto não ser aprovado cientificamente;
– fui até Curitiba-PR procurar auxilio com outros médicos para me acompanhar no tratamento com o bicarbonato de sódio. Novamente não obtive sucesso.

Encontrei um grupo de Oncologistas que estavam cadastrando voluntários para experimento de novo medicamento para câncer de próstata. Providenciei todos os exames que me solicitaram para análise e, em 30 dias, recebi a resposta que não podiam me aceitar no grupo, porque era caso terminal.

Tomei a decisão de fazer por conta própria, não tinha outra escolha, a situação era desesperadora e assim, cada dia que passava se agravava.

Coloquei em ação o tratamento por conta e risco. Era a única coisa que eu podia fazer no momento. Fiz lavagem no reto com bicarbonato de sódio, como o Dr. Simoncini explicou em seu site, na proporção de 5% em cada 100 ml de água, uma vez por dia num volume de 01 litro d’água.

Tomei uma dose de 100 ml a 5% de bicarbonato de sódio durante 06 dias consecutivos, falhei 04 dias e repeti este processo por 04 vezes. Após, tomei uma vez a cada 10 dias durante dois meses e repeti novamente o processo inicial mais duas vezes. De lá para cá tomo 01 vez a cada 15 dias.

Com esse procedimento, tive uma grande surpresa em apenas 15 dias após o início do tratamento com o bicarbonato de sódio. Tomei o controle total da evacuação que havia perdido, e livrei-me das dores terríveis.

Foi um alívio, aumentou a minha confiança no tratamento e então levei a risca. Juntamente com este tratamento inclui uma dieta, orientado por um cacique indígena, em que ele aconselhou-me a excluir totalmente as carnes e seus derivados, tudo que tivesse origem em animais (queijos, leites e seus derivados, etc), todas as frutas, alimentos e condimentos ácidos e semi-ácidos, doces e bebidas alcoólicas.

Consultei também com o sistema bio-molecular, onde fui orientado a fazer uma dieta, que igualou-se com a orientação do cacique. Deveria comer cereais integrais, massas e pães integrais, legumes, verduras e frutas, sempre atentando-se para a classificação de não ácidas. Banana e maçã poderia comê-las somente cozidas; tomar somente chás não ácidos e evitar o café.

Todo esse tratamento faz com que o nosso corpo se mantenha alcalino, como diz o Dr Simoncini em suas pesquisas. Dificilmente instala-se fungos e vírus em nossos corpos quando encontra-se alcalino, pois são os responsáveis pela maioria das doenças. Ele observou que os fungos se instalam num organismo ácido e também comprovou que as células cancerígenas desenvolvem-se onde tem focos de fungos. Conclusão: se corrigirmos nossa alimentação e se mantivermos nosso corpo alcalino, não desenvolveremos fungos e vírus, e com isso não há câncer (tumor) e outras doenças. É simples assim. Não é maravilhoso?

Quando iniciei o tratamento, o PSA era 97 ng/ml. Em 12-06-2012, ou seja, três anos e meio depois, eu estava com o PSA 0,39 ng/ml. De lá para cá estou mantendo este índice com uma pequena variação. Aí comecei a informar aos médicos que estava curado e queria novos exames. Só consegui convencê-los em 17-09-2013 a fazer novos exames. Nessa data fui autorizado a fazer uma nova cintilografia dos ossos, e, o resultado foi negativo; não apresentava mais nenhuma presença de câncer nos ossos. Para comprovar a cura com maiores detalhes, foi realizada uma tomografia.

Em 27-03-2014, fui para consulta para receber o resultado dos exames. E recebi a melhor noticia de minha vida. Estava totalmente curado. Fiquei paralisado. Não sabia se gritava de alegria ou chorava, foi um momento eletrizante e neste instante prometi a mim mesmo que divulgaria como foi feito este tratamento para que outras pessoas recebam a mesma alegria que recebi.

Estou aqui dando este depoimento porque senti a necessidade de mostrar a humanidade, que existem meios de curar esta terrível doença, o câncer, sem agredir o nosso corpo.

Utilizei, juntamente com o tratamento descrito acima, outros meios de aumentar as defesas de meu organismo, como por exemplo, a auto-hemoterapia (Dr.Luiz Moura), a ingestão da clorela (algas marinhas), o Tahine, o missô (alimentos japoneses que ajudam a aumentar as defesas) e tomei água mineral com PH acima de 8, o que permaneço tomando. Constatei neste meio tempo de tratamento, que nunca fiquei gripado. Antes do tratamento era difícil passar um ano sem gripe, pelo menos uma vez por ano eu sofria com ela. Lógico, corpo alcalino não deixa desenvolver o vírus da gripe e nem outros vírus. Vocês estão entendendo isto?

Agradeço ao Dr Simoncini e o parabenizo pela sua perseverança na pesquisa de curar o câncer, bem como pela sua resistência contra a pressão recebida de grupos desinteressados na cura do câncer, e também pela coragem de colocar na internet, e com detalhes, como tratar vários tipos de câncer, sem com isso almejar ganhos por direitos pela sua descoberta. Pensou somente em ajudar quem sofre.

Alerto a todos os pacientes em tratamentos convencionais de câncer, a não abandoná-los siguindo a orientação médica, no entanto, façam o outro tratamento em paralelo.

Particularmente quero agradecer a minha esposa por me acompanhar nos momentos de sofrimento, mudando seu modo de se alimentar junto comigo, me favorecendo a não sentir desejos por alimentos que eu não poderia comer. A ajuda de minha família foi um dos fatores decisivos para minha cura.

Quero concluir este depoimento afirmando que tenho convicção que o que me levou ao sucesso da cura do câncer foi o bicarbonato de sódio. Tudo o mais que eu fiz auxiliou, mas o que me curou foi o bicarbonato de sódio.

Desejo que todos se abram para receber a energia do Cosmos e adquiram muita sabedoria para conduzir as suas vidas.

EUZÉBIO CERVO

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Ótima receita caseira para esteatose hepática (gordura no fígado)

Vamos falar de um mal de difícil tratamento pela medicina convencional: esteatose hepática ou fígado gordo, como é conhecido popularmente. O nome "fígado gordo" não é por acaso, pois essa doença é simplesmente o acúmulo excessivo de gordura no fígado. Esse excesso de gordura provoca a inflamação das células do fígado. Os principais sintomas da doença são dor abdominal, pele amarelada e vômitos. As causas da esteatose hepática normalmente estão relacionadas com a ingestão exagerada de bebidas alcoólicas. A doença, porém, também pode ser causada pelo colesterol alto, excesso de peso ou diabetes tipo 2. Quando a causa não é o álcool, temos a esteatose hepática não alcoólica. Como dissemos no início, a cura por meio da medicina convencional é bem difícil. Já pela medicina alternativa, a história é bem diferente, pois existe um tratamento muito eficaz para curar a doença. Esse tratamento é com lima-da-pérsia, uma fruta cítrica rica em vitamina e que tem a capacidade de limpar e restaurar o fígado. E como é esse tratamento? É simples. Pegue uma lima e lave-a muito bem. Bata a fruta com a casca e água (100 mL). Coe e beba imediatamente. Faça isso em jejum por 2 semanas seguidas ou mais. 

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OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE RÍCINO

O óleo de rícino, ou de mamona, usado externamente, atua no tratamento de micoses, acne, queimadura de sol, estrias, furúnculos, pele inflamada, manchas, terçol, caspa, queda e crescimento de cabelo.
Massagear o óleo de rícino nas articulações dolorosas causadas por reumatismo, artrite ou gota pode proporcionar alívio da dor.
A ingestão de óleo de mamona pode curar vários problemas digestivos. Ele também funciona como um laxante e trata constipação. O consumo regular pode aliviar muitos dos distúrbios menstruais, que provocam atraso ou menstruações dolorosas. Mas há outras doenças em cuja cura ele ajuda, como reumatismo, artrite, distúrbios menstruais e dor de cabeça. Por trazer melhoria do sistema imunológico, pode ser usado para o tratamento de várias doenças graves, como esclerose múltipla, doença de Parkinson e paralisia cerebral.
Suas propriedades germicidas ajudam a combater infecções. Tem excelentes propriedades antioxidantes, permitindo que o organismo combata os radicais livres nocivos. Suas qualidades anti-inflamatórias ajudam a reduzir a inflamação em várias partes do corpo. A maioria dos benefícios se deve à presença de uma grande quantidade de ácidos graxos insaturados.
Benefícios do óleo de rícino para os olhos
O óleo de mamona pode ser utilizado como colírio para remover quaisquer detritos que entraram nos olhos e para parar a irritação causada por ele. Chiqueiro do olho é uma infecção das glândulas na pálpebra que pode ser tratada com óleo de rícino. Para isso, o óleo deve ser aplicado diretamente sobre o chiqueiro duas a três vezes em um dia. Na blefarite, o olho tende a se tornar inflamado e fica vermelho devido à infecção. Passar o óleo sobre a área em torno das pálpebras pode ter um efeito calmante sobre a vermelhidão e a inflamação. Além dessas condições médicas, o óleo de mamona pode ser usado para melhorar o crescimento dos cílios de pessoas que têm cílios extremamente finos.
Benefícios do óleo de mamona para a pele
O óleo de rícino tem propriedades desinfetantes que são altamente benéficas para o tratamento de várias doenças de pele causadas por infecções bacterianas ou fúngicas, incluindo úlceras de pele, micose, prurido cutâneo, erupções cutâneas e verrugas. Tem um bom efeito hidratante na pele seca. Pode ser usado para curar fissuras nos tornozelos e pés. Massagear nos pés após imersão em água quente por um tempo curto amacia a pele e evita rachaduras. O óleo de mamona pode ser usado para rugas ao redor dos olhos. Ele promove a produção de colágeno e elastina e contribui para tornar a pele lisa e macia.
Benefícios do óleo de mamona para o cabelo
O óleo de mamona pode ser usado em caso de infecções no couro cabeludo. Quando aplicado sobre o couro cabeludo seco e escamoso, pode reter a umidade e melhorar a condição do couro cabeludo. Da mesma forma, pode ser usado contra caspa e piolho. Fortalece as raízes do cabelo e promove o crescimento. Também é um excelente condicionador de cabelo. Basta misturar óleo de amêndoa com óleo de rícino, para torná-lo mais espesso, e massagear no couro cabeludo. Deixar agir por uma hora e lavar com xampu de boa qualidade.
Dosagem
Geralmente o uso interno é feito entre uma colher e uma colher e meia de chá por dia. Para ser consumido, o óleo deve ser indicado para uso interno, por isso é aconselhável comprá-lo em farmácia e verificar se na embalagem consta a informação de que é para uso interno.
Não há efeitos colaterais quando o óleo de rícino é tomado em quantidades moderadas. No entanto, mulheres grávidas, lactantes e pessoas com estado de saúde abalado devem tomar óleo de rícino só depois de falar com um médico. Doses elevadas podem causar náusea, vômitos, diarreia e dor abdominal.
Texto adaptado.
Fontes: Lifestyles
Óleo de Cártamo

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