sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Conselhos práticos para melhorar o seu terreno


Que posso fazer para corrigir o estado do meu terreno? Esta é a pergunta que as pessoas geralmente fazem a si mesmas, depois de compreenderem o que representa para a saúde pessoal o estado do seu terreno.
A resposta a esta pergunta varia, dependendo da pessoa estar ou não a sofrer de uma doença grave, ou do grau dessa mesma doença.
Apesar dos princípios da recomposição de um terreno serem sem­pre idênticos, o modo como são aplicados varia enormemente de doente para doente e de estádio para estádio. Os conselhos que damos aqui limitam-se, pois, necessariamente, a expor e ilustrar esses prin­cípios directos. Todo aquele que desejar actuar a título preventivo poderá adoptá-los, beneficiando muito com isso. Os doentes aprovei­tarão bastante com eles, como forma de complementar um tratamento clássico, pois sentirão alívio nas suas perturbações e melhorarão o seu estado geral. No entanto, não são, de modo algum, suficientes para serem tomados como tratamento propriamente dito, principalmente para os que já se encontram em pleno processo de doença grave. Estes deverão procurar, obrigatoriamente, médicos competentes. Com efeito, a utilização dos meios preconizados e sua adaptação exacta a cada paciente, reajustando-os com a evolução do estado geral, é uma arte. Além disso, a correcção do terreno dos doentes graves pressupõe uma aplicação muito mais rigorosa e profunda dos princípios que aqui apresentamos. Finalmente, o leitor que deseje aprofundar um ou outro aspecto deverá consultar a bibliografia inerente a esta matéria.
Hipócrates dá-nos a linha mestra da correcção do terreno: “Aplicar um remédio é actuar em oposição à causa da doença e impedir que ela persista.
Dado que as doenças se devem a uma degradação do terreno por acumulação de resíduos e por carências, logicamente haverá que:
-        Fazer sair os resíduos que se encontram no corpo.
-        Evitar a penetração de novos resíduos.
-        Satisfazer as carências.
Os meios preconizados para drenar as sobrecargas ou satisfazer as carências são de uma simplicidade desconcertante. Será que para o homem do século XX, acostumado a tratamentos muito sofisticados, serão eficazes os conselhos práticos que citaremos em seguida? Sim, pois estão totalmente baseados na concordância com as leis naturais e com os imperativos fisiológicos. A gestão destes princípios segue o mesmo sentido de orientação e corrobora-os.
“Aplicar um remédio é actuar em oposição à causa profunda da doença.”

De: Christopher Vasey
Do livro Compreender as doenças Graves Editorial Estampa Lda.
http://solucaoperfeita.com/magnesio/page/4
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