quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Cloreto de magnésio para ansiedade e dor

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Recebi esta mensagem de uma amiga, que preciso compartilhar com as consciências que me visitam. Estou fazendo uso do cloreto de magnésio a duas semanas e meu joelho não está doendo mais. Vou continuar, paguei 4 reais na farmácia, uma profilaxia fácil e barata. Leiam com atenção, eu sei que o texto é grande, partilhe, se gostar, imprima, vamos utilizar a informação para que com a experiência se forje o conhecimento.
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Redescobrindo o magnésio
Porque é que a Industria da Doença não quer que os benefícios do Magnésio sejam conhecidos?
O uso de cloreto de magnésio tem sido pouco difundido, devido em grande parte a um sistema de crenças que fazem parte do paradigma do homem moderno. Em vez de se condenar quem explora a ignorância do povo, faríamos, penso eu melhor, responsabilizar quem exige ser enganado.
Hoje existe opção de escolha, em relação aos canais televisivos, houve-se reclamar que a TV é o ópio do povo, mas quem tem maiores níveis de audiência?
– Quem promove a cultura, a boa vontade e a igualdade, ou quem oferece, sangue, dor sofrimento com programas que só mostram onde o homem é capaz de descer, e transforma-se a miséria mais profunda da alma, num espetáculo bem mais deplorável que o circo de Roma há 2000 anos.
Magnésio
– fora dos interesses das grandes Industrias da Doença
É verdade que existem grandes interesses por parte da indústria farmacêutica, principalmente da indústria da diabetes, a indústria do Cancro e da indústria das doenças cardiovasculares, em não prevenir a doença, assim como os governos, em obedecer aos Cartéis da droga.
Estes três monstros mundiais têm o poder em suas mãos de calar as investigações de grandes médicos que dedicaram suas vidas pelo bem da humanidade.
Podemos nomear centenas e decerto ficariam injustamente milhares por citar. Desde o Dr. Hamer a Dra. Hulda Clark todos sabemos o quanto custou caro a todos que pela sua integridade e honestidade, tentaram informar com rigor quem era utilizado e manipulado ao belo prazer da indústria da Doença.
Tudo o que possa fomentar a saúde e o bem-estar, está longe de ser aceite tanto pela indústria que progride na doença, como das vítimas que fazem da sua vida um rosário de lamentações, e não pretendem sair de sua zona de conforto.
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Cloreto de Magnésio – O Santo Remédio
Chamado de “mineral da bela” pelos chineses antigos, a sua beleza é vista no poder de cura absoluta que ele contém. É nada menos que um mineral milagroso. Ele tem a chave para centenas de reações enzimáticas essenciais e nos processos celulares.
Cloreto de Magnésio, quando fornecido em quantidades suficientes, pode melhorar a fisiologia celular de uma forma muito poderosa.
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Sem o magnésio nosso corpo colapsa, avaria, perde a energia, não consegue efectuar reparos aos danos sofridos. O cloreto de magnésio pode ser considerado como uma solução médica milagrosa para a humanidade. Quando os níveis celulares baixos são corrigidos é isso que parece, que um milagre ocorreu. Inúmeras queixas se vão sem nenhum dos remédios modernos, que intoxicam e não cumprem o papel de curar. Na minha clínica vejo isso acontecer diariamente.
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O que é?

O Cloreto de Magnésio PA é um composto químico inorgânico, de fórmula MgCl2, constituído por um íon magnésio e dois íons cloreto. É usado na medicina, para fins terapêuticos, como fonte de íons de magnésio, essenciais para muitas actividades celulares.
Qual a Função?
A função principal do magnésio é na ativação enzimática – este mineral está envolvido em mais de 350 reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo, no funcionamento do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos sanguíneos, na função intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos.
As duas funções mais importantes do magnésio são regular o metabolismo do cálcio no organismo: fixar cálcio onde necessário e elimina-lo donde provoca doença. As calcificações na coluna, as calcificações nas articulações, as calcificações nas artérias, ocorrem por carência de magnésio. As calcificações nos rins, (cálculos de oxalato de cálcio), ocorrem por falta de magnésio. Basta repor magnésio que ele derrete esses cálculos renais, que não sejam os de urato e fosfato.
Onde se Encontra?
Aproxiadamente 60% do magnésio está armazenado nos ossos, 26% nos músculos, e os 14% restantes estão distribuídos pelos outros tecidos e fluidos corporais. Há uma alta concentração de magnésio nos órgãos mais activos metaforicamente, como o cérebro, coração, fígado e rins. O magnésio é tão precioso para o corpo que fica quase todo guardado dentro das células, no compartimento intracelular. Somente 1% do nosso magnésio total circula pelo sangue.
Níveis de Magnésio no Corpo
Quase sempre o magnésio se encontra dentro dos níveis de referência considerados normais. Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto significa que a situação está crítica e há uma deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência de magnésio deve ser medida pelos sinais e sintomas que o indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da população têm carência de magnésio.
Factores que acarretam carência de Magnésio:
– Solo pobre em Magnésio e o uso de adubos químicos N.P.K. (Nitrogênio, Fósforo e Potássio). Por antagonismo o nível de potássio absorvido pela planta inibe a absorção do Magnésio.
– Consumo excessivo de gorduras saturadas, laticínios e proteínas na alimentação diária;
– Prática de esportes ou de exercícios de alta intensidade, que provocam muita sudorese;
– Regimes de emagrecimento prolongados;
– Uso habitual de diuréticos e ou de laxantes;
– Mulheres que fazem uso regular de pílulas anticoncepcionais ou reposição de estrogênio;
– Elevado consumo de bebidas alcoólicas e ou excesso de refrigerantes à base de cola;
– Dietas ricas em carboidratos (açúcar) e sal refinado;
– Estados frequentes de ansiedade e “stress”;
– Consumo elevado de produtos a base de Cálcio.
Sinais de Carência:
A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças presentes no indivíduo: Ansiedade, pânico depressão, insônia, nervosismo, hiperatividade, desordem de atenção, doenças cardíacas, tromboses, hipertensão arterial, doenças hepáticas, doença renal, cálculos, cistites de repetição, diabetes hipo glicemia, fadiga crônica doenças intestinais, obstipação, asma, tensão pré-menstrual, infertilidade, cólica menstrual, verrugas.
Irritabilidade dos nervos e músculos, inclusive tiques nervosos e cãibras transtornos neurológicos e psíquicos, como dores de cabeça, vertigens, cansaço visual, tremores nas pálpebras, batimentos cardíacos irregulares (taquicardia). distúrbios glandulares, transtornos digestivos, lentidão no funcionamento do fígado, contrações da vesícula biliar, micções noturnas e problemas na próstata.
Dosagem do uso do magnésio:
O cloreto de magnésio em pó deve ser diluído em água filtrada ou mineral. Para 1 litro de água coloque 1 colher de sopa, o equivalente a 20 gramas de cloreto de magnésio. Misture até dissolver e guarde no frigorifico. A dose básica a ser tomada é 50 ml (1 copinho de café) 1 a 2 vezes por dia. Para o tratamento de deficiências mais sérias esta dose pode ser aumentada para 3 a 4 vezes por dia. Se houver qualquer reação adversa, como diarreia, náusea ou sonolência, reduza a dose.
Para a limpeza de feridas a proporção é de 1/5 colher de sopa 10 gramas para 1L de água filtrada ou fervida. Além do efeito bactericida, esta solução de cloreto de magnésio estimula a imunidade local, o que ajuda a acelerar a cicatrização.
Suplemento Alimentar
O magnésio é de enorme importância no uso do dia a dia. Todos o deveríamos tomar.
Os alimentos hoje são muito pobres em magnésio. O motivo é simples: as plantas precisam muito do magnésio para respirar – o mecanismo clorofílico, a fixação do gás carbônico e eliminação do oxigênio é um processo realizado através do magnésio.
Acontece que o adubo químico que se usa hoje em dia é o NPK – nitrogênio, fósforo e potássio. Ou seja, não se repõe o magnésio na terra. Antigamente – quando as cidades eram todas de casas que tinham fossa – o magnésio que é eliminado pelas fezes voltava para o lençol freático. Hoje os esgotos são tratados e as terras encontram-se cada vez mais pobres em magnésio.
Há contra-indicação para o uso do Cloreto de Magnésio?
O Magnésio não deve ser tomado por pessoas que tenham insuficiência renal. Porque o magnésio em excesso é eliminado pela urina. Se a pessoa não estiver urinando, pode passar de uma hipomagnesemia – que é o comum – para uma hipermagnesemia.
Os “milagres científicos” 
Apesar de toda a fortuna investida pelos grandes laboratórios na busca de medicamentos fabulosos e mirabolantes, no século 21 a humanidade continua sendo vitimada por doenças crônicas e degenerativas cuja incidência aumenta cada vez mais.
Diabetes, doença cardíaca, câncer, obesidade, doenças neurológicas, depressão, osteoporose – estas pragas modernas explodem e fogem do controle de autoridades médicas, sanitárias e governamentais, e o pior é que eles estão perdidos e confusos sobre os factores básicos ligados à saúde.
A simplicidade do magnésio
A base da verdade científica na medicina está no magnésio, pois ele está no centro exato da vida biológica, assim como o ar e a água.
Magnésio na clorofila
Magnésio é o elemento central na clorofila e a base do início da vida no planeta.
A luz da vida
No centro da molécula de clorofila, presente em todas as plantas, está um mineral essencial para a vida, o magnésio. É ele que captura a luz solar e a transforma em energia num processo conhecido como fotossíntese. É interessante notar que a clorofila é quase idêntica à hemoglobina, uma molécula presente no nosso sangue e responsável pela oxigenação dos tecidos – a diferença entre estas duas moléculas é que o átomo central da hemoglobina é o ferro, e o coração da clorofila é o magnésio.
Nas plantas é o magnésio que vai transformar a luz em alimento. Deste fato depende toda a vida na face da Terra. Se as plantas não tiverem magnésio, elas não são capazes de se nutrir através dos raios solares. Quando o magnésio está deficiente a planta definha, perde o viço e começa a morrer. Nós somos assim também – não poderíamos respirar, mover os músculos ou usar nosso cérebro sem magnésio suficiente em nossas células.
Dra. Tamara Mazaracki
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O Magnésio no tratamento da Ansiedade
A ansiedade pode afetar a nossa vida de uma forma dramática. Os transtornos de ansiedade estão se tornando cada vez mais comuns, ecada vez mais jovens sofrem deste distúrbio.
Além de uma Higiene mental focada na mudança das crenças – formas de analisar as experiências do dia-a-dia – o Magnésio aparece como fundamental para um equilíbrio emocional.
O Magnésio è um nutriente mineral vital, e um dos mais importantes remédios naturais para a ansiedade, por causa da sua eficácia, registo de uso seguro, disponibilidade e valor.
A Ansiedade e a sua saúde
A ansiedade prejudica a concentração, causa insônia, aumenta o risco de doenças graves,problemas crônicos, e até mesmo acidentes fatais. Na verdade, a ansiedade pode prejudicar tanto a nível mental, quanto físico e emocional.
Apesar de existirem inúmeros medicamentos para a ansiedade no mercado hoje em dia, estes vêm com uma longa lista de efeitos colaterais e preocupações de segurança, já para não falar no risco de dependência de drogas duríssimas usadas para esse efeito, como é o caso das benzodiazepinas.
Efeitos colaterais dos medicamentos ansiolíticos incluem perda da libido, obstipação, tonturas, sonolência, boca seca, fadiga, dificuldade de concentração e muitos mais.
Não deveríamos ter que conviver com esses efeitos colaterais terríveis, nem devemos ser submetidos a ser dominados por sentimentos de ansiedade.
Felizmente o magnésio oferece uma solução segura e eficaz para a ansiedade, sem os efeitos colaterais.
Magnésio para a Ansiedade
A deficiência de magnésio pode causar ou piorar os sintomas de ansiedade. A deficiência neste mineral pode resultar num corpo tenso e uma mente ansiosa.
O Magnésio naturalmente acalma o sistema nervoso e os músculos.
O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.
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